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BLOG DO ROBERTO LAMPARINA
 


CARLÃO $ MARÃO

Para que os músicos das Brisas gravem esta nova versão local dos fatos!!!

CARLÃO $ MARÃO

(versão adaptada de Eduardo e Mônica)

 

Quem um dia irá dizer que existe razão

Nas coisas feitas em prol da corrupção? E quem irá dizer

Que não existe razão?

 

O Carlão já governava

Quando a Turma percebeu

Que precisava encontrar outro benfeitor

E foi num evento no Assary que pela primeira vez

O nome novo se viu surgir

 

Carlão e Marão ...

Dois burgueses iguais, pagando de morais

Mas o Carlão já contratava merenda sem licitação

Enquanto o Junior, só na masturbação

Fazendo manobras pra salvar o espólio do papai, he he he

 

Carlão e Marão, trocaram muitos elogios

-É uma moleque legal (mesmo o Carlão preferindo outro)

-E a gente vai se divertir

Assim um novo palanque foi montado

Com o povo pagando pau

Pro milagre na Santinha efetuado

 

Carlão e Marão aniquilaram de vez a oposição

Comprando quase todos os mandatos na base da oferenda

O Marão achou estranho e melhor não comentar

Mas o Carlão não licitava nem o lixo e nem merenda

Ato estranho , que cheira esquisito, 8 anos

-Eu vou licitar pra não deixar o meu na reta

 

E mesmo com tudo diferente

Um acobertava o outro

Seguindo acomodando os pelegos dos dois lados

Como tinha que ser

 

Carlão e Marão não eram nada parecidos

O Carlão se segurava nos lances da empreitada

Abençoada, que todos diziam que ele levava um terço

Enquanto o Júnior Marão se especializou em estourar rojão

Dos feitos de Ilusão, QUASE realizados

Eles criaram mantras sobre a Capital da Saúde e da Educação

Mas deu muito trabalho pra ganhar a reeleição

E precisaram apelar de vez

Pagando velhinho inocente pra contar mentira

Também mulher chorando

Pra dizer que tudo foi papai que fez

 

E em 2013 quando a casa caiu

Ninguém se conhecia, ninguém nunca se viu

O povo achou tudo muito estranho

Por que velhos amigos de troca-troca

Agora era só contemporâneo???

 

Construíram mansões no condomínio Butantan

Viajavam 3 x por ano pra Europa em excursão

Levavam a Turma toda, que saia daqui separada

Mas sempre com local marcado pra reunião

 

Só que nessas férias não vão viajar

Porque são réus na Fratelli

E estão com os bens na indisposição, he he he

 

Quem um dia irá dizer que existe razão

Nas coisas feitas em prol da corrupção? E quem irá dizer

Que não existe razão?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por LAMPARINA às 21h11
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QUASE

            Eu estou neste momento lendo os informes da mídia escrava e não sei por que ainda consigo me estarrecer com a forma aprazível e doce com que a mídia local puxa a orelha do senhor prefeito Marão Filho. Puxar a orelha é muita bondade, pois esta mídia local beija e sussurra na orelha do alcaide. O “colonista” dá milhões de voltas para dizer que o prefeito é “ousado” por fazer anúncios de conquistas que dele não dependem e que algumas não dão certo como anunciado, mas não por culpa dele.

           Deixemos o sussurro e as lambidas da mídia escrava de lado e falemos sério então. O senhor prefeito arma o palanque, acende o pavio do foguetório e faz pose pra foto, mas quando o rojão nega, ele coloca seu time em campo para minimizar os efeitos. Essa mídia lacaia é parte do time da minimização. Isso sem falar que, ele pega carona em vários bondes e que não tem a menor ideia de para onde o condutor o conduzirá, às vezes até consegue chegar perto do destino, nas demais, ele conta com a ajuda de muitos mentirosos pra dizer que chegou, mas tá bem longe ainda. O prefeito Marão Filho aposta em correr esses riscos, até meio que desnecessários, porque sabe a máquina de enganação que ele administra.

            Vejamos: nessa minha lógica embasada podemos dizer que graças aos esforços do senhor prefeito tivemos o investimento de quase 10 milhões em nosso aeroporto municipal nos últimos anos e temos lá QUASE voando uma ponte-aérea Votu/SP, operada pela Brava. Também graças aos esforços do senhor prefeito (que saqueou o poder do Poder Legislativo na mão grande para aprovar lei e autorizar doação de mais de milhão para o Cabra do North, entre outras doações que agora ele decidirá sozinho) temos um QUASE shope (tá aí a referência Magno Manoel, assim lhe garanto o direito autoral) quase terminando a primeira parte da obra (o milhão não tá ali enterrado ainda, mas deve ter pelo menos uns quinhentão de dinheiro público ali enterrado na terraplenagem e etc). Também graças ao senhor prefeito temos aquela QUASE fábrica de paletes que o município doou a área e quase foi empreendida pelo grupo espanhol. A doação foi festejada com muito rojão e glamour na hora do click fotográfico focando a mão dupla entregando, mas a devolução não teve sequer uma fotozinha desfocada de câmera de célula da década passada. Também temos que render graças ao prefeito pela QUASE usina de energia fotovoltaica que quase foi empreendida por este mesmo grupo espanhol para vender a energia para o QUASE shope do Cabra do North.

           Para quem acha que a orgia do quase acabou, aperte a memória que deve espremer ainda algum caldinho. Temos ainda aquele QUASE complexo esportivo de quase 30 milhões que anunciava um estádio com capacidade de quase 16 mil pessoas na propaganda inicial, mas agora descobrimos que será quase isso, só quase 7 mil e poucos lugares, quase a metade.

          Falando em estádio, me vem a memória também que o prefeito vendeu o velho para QUASE construir esse novo e nessa ele não titubeou, passou o velho estádio localizado na área mais nobre e estratégica da cidade nos cobres por quase 3,4 milhões, quase a metade do que ele valeria se fosse uma propriedade privada. Mas, foi legalmente vendido em leilão público pela melhor oferta e diante disso, quase nada podemos fazer.

          Como vemos até aqui, são 567 palavras escritas, um punhado de QUASE e a única coisa realmente de fato concreto é a venda do velho estádio por    QUASE a metade do que valia.

          Confesso que eu QUASE gostei da primeira gestão do prefeito Marão Filho, mas depois da Fratelli e de tudo que vimos à cidade se transformar depois dela no segundo mandato, tá me dando muita vontade de fazer o mesmo caminho que muitos dos meus concidadãos já fizeram, mudar-me para Valentim. Afinal, é bem pertinho, é QUASE como morar aqui, com a diferença de que lá tudo é mais barato, existe situação e oposição, tendo o povo só a ganhar com isso.

           Será que eu consegui me fazer claro para explicar o motivo de aqui ser a capital do QUASE???

 

 

Ps: Perdoem-me pela injustiça... Esqueci de citar a grande obra do prefeito Marão Filho no segundo mandato, a tão sonhada ponte sobre o Marinheirinho inaugurada em 2013, exigência requerida por um QUASE aliado de primeira hora para poder ir até o sítio dele sem sujar a botina de lama. Digo quase porque ele gosta mesmo é de lenhar pro gordo!!!

 

 

 



Escrito por LAMPARINA às 23h00
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HOMEM MÉDIO

          Hoje eu tinha um compromisso inadiável (ou, infaltável como diria o Antonio Rogério Magri e o Vicente Mateus) para comparecer ao palácio da (in) justiça e cumprir mais uma etapa daquele calvário que um dos príncipes do Olimpo (aquele que eu estou proibido de falar o nome, função e etc...) me impôs na tentativa de me calar pelo bolso (e estava quase conseguindo, haja vista a superfície rasa do meu pobre bolso). Como cidadão de bem e cumpridor dos meus deveres que sou, estava eu lá irritantemente no horário marcado e na companhia do meu escudeiro legal.

          O chefe lá da tribo (que lá na sua presença é melhor chamarmos de Meritíssimo, pois o lombo doerá menos) iniciou os trabalhos com o firme propósito de buscar a possibilidade de um acordo na contenda antes que ela se transforme de fato em um processo propriamente dito, o que é muito louvável da parte dela, haja vista que esta é a sua real função cotidiana, a de tentar impedir que o Poder se perca nas pequenices humanas e vire um varejão em horário de xepa. Ressuscitando a proposta anterior de que eu pagasse um salário mínimo a título de desagravo (ato que no jargão da tribo é chamado de Transação Penal), já tendo essa proposta sido negada veementemente por este blogueiro em audiências anteriores, uma nova proposta com pagamento de R$ 300,00 em 3 vezes (sem juros, que, segundo a Globo, tá lá nas alturas...) me fez pensar que, mesmo não contemplando o meu entendimento da justiça, estaria de bom tamanho. Porém na ânsia de forçar o acordo e se livrar da batata-quente, o chefe da tribo cometeu uma pequena indiscrição, pois murmurou ao mediador ali presente outro termo jurídico – É aquele caso do Homem Médio sem a intenção...

          Talvez ali na sala e fora os administradores do Direito, pouca gente comum como nós sabe exatamente o significado do termo Homem Médio, talvez até muitos administradores do Direito não saibam. Mas, eu sabia, justamente por ser casado com uma administradora também e tendo que conviver o cotidiano com os referidos termos (além de fazer os trabalhos dela no decorrer do curso). Eu sempre soube que era um Homem Médio (em tudo, mas tudo mesmo, porém mesmo o barquinho sendo de médio para pequeno, remo com uma determinação absurda...). Para que ninguém tire conclusões apressadas, lá vai: o termo Homem Médio é uma unidade de medida do comportamento do homem, tipo aquele ser nem tão inteligente e nem tão pacóvio, um ser mediano capaz de ter bom entendimento dos seus atos, o nem sábio e nem tolo. Para exemplificar como essa unidade de medida se aplica ao Direito, me valerei do exemplo prático da condenação que o ex-prefeito Carlão Pignatari levou do Tribunal de Contas por publicidade ilegal direcionada à promoção pessoal. Em sua defesa no TCE ele alegou que não tinha experiência e nem conhecimento da lei que regia a matéria. Esse tipo de alegação é absolutamente desnecessária, haja vista que o ex-prefeito se integra ao padrão de um Homem Médio também (apesar de ele se achar um homem grande) e como tal, deveria saber que a alegação é mera balela, já que o Direito no Brasil é aplicado de forma inescusável, onde o desconhecimento dos rigores não serve como desculpa para se obter o perdão.

          Bom, mas voltando ao Homem Médio, hoje eu senti uma vontade muito grande de descer um degrau e me qualificar na categoria de homem pequeno, pois assim eu poderia dizer naquele picadeiro o que eu acho do circo e dos artistas que o operam. Mas, infelizmente sendo um Homem Médio e cônscio das retaliações que fatalmente sofreria, preferi me comportar lá como um cliente satisfeito com o preço do espetáculo pelo qual paga.

           Aqui no meu circo e no meu picadeiro posso combater com mais eficácia as palhaçadas que assisti ao longo de mais esta jornada experimentada.

           Gostaria de dizer então que eu tenho palavra e vou cumprir rigorosamente o compromisso de R$ 100,00 por mês para continuar tendo o direito (que me deveria ser livre e gratuito) de expressão. Pobre do ser que sequer palavra tem e dentro da sala da in (justiça) e sob a luz dela, propôs um acordo, foi aceito na confiança e não cumpriu, tendo depois se valido da sua prerrogativa de declinar dele e também declinando junto a sua condição de Homem Grande.

           Se teu comportamento público já não me cheirava nada bem, agora, depois de me contaminar com tua presença por alguns poucos instantes (por sorte minha e de todos ali) tenho a absoluta certeza de quanto tu és um Homem muito Pequeno, meu caro.

           O Homem Grande sabe quem ele é, conhece sua essência e não se afeta com o que terceiros falem, escrevam ou pensem dele. O Homem Grande não precisa colher a opinião de ninguém para ter absoluta certeza de quem ele é, pois ele é aquilo que a sua alma lhe reflete e não o reflexo da língua dos outros!!!

           

 

 

 

 

 



Escrito por LAMPARINA às 00h13
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INDIGNE-SE AGORA OU CALE-SE PARA SEMPRE

 

          Como não nos cabe à obrigação de sentenciar nada e nem ninguém, tomei a liberdade de confeccionar este banner para que, aqueles que ainda conseguem se indignar com alguma coisa, possam manifestar a contrariedade à negativa do juiz da 4ª Vara Cível de Comarca de Votuporanga, Camilo Resegue Neto, ao pedido de indisponibilidade de bens do ex-prefeito e atual deputado estadual Carlão Pignatari, além de demais empresas envolvidas em suspeitas de improbidade administrativa na doação de áreas a título de incentivos empresariais que supostamente não obedeceram aos critérios legais e não atenderam ao interesse público em vários atos.

          O magistrado tem o poder de sentenciar e nós temos a obrigação de protestar quando o seu entendimento não nos protege e nem nos ampara em nossa sensação de Justiça.

          Quem ainda tiver o poder de indignar-se, que poste este banner na sua página para que possamos manifestar nossa contrariedade ao ato.

 

          Muita coisa por aqui aconteceu porque gente de bem se calou, permitindo que os maus prosperassem!!!



Escrito por LAMPARINA às 16h16
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VERSÃO INDUSTRIAL MELHORADA

 

 

          Para quem se deu ao luxo de ler atentamente o teor do Acórdão assinado pelo Desembargador Edison Brandão da 4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de SP sobre o caso da denúncia ofertada pelo Ministério Público com suspeitas de irregularidades envolvendo a contratação executada pelo prefeito Marão Filho e afiançada pelo parecer jurídico do assessor-chefe da pasta Mário Fernandes Júnior, de uma empresa de advocacia para obter compensação tributária, verá o quanto o caso é cheio de artimanhas e coberto de total nebulosidade, já que o agente público tem que primar em primeiro lugar pela legalidade e moralidade dos atos. Assim deveria ser. (leiam a íntegra do Acórdão aqui: https://esaj.tjsp.jus.br/pastadigital/abrirDocumentoEdt.do?origemDocumento=M&nuProcesso=0050882-78.2014.8.26.0000&cdProcesso=

RI002CFGX0000&cdForo=990&tpOrigem=2&flOrigem=S&nmAlias=

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          Na síntese, a defesa do prefeito Marão filho e do assessor jurídico Mário Fernandes aduz ao objetivo de reduzir despesas municipais com a manobra jurídica e embasam a ação num parecer de inexigibilidade de licitação pela singularidade dos serviços oferecidos, além do fato de que vários outros municípios assim já haviam procedido. Na boa linguagem popular, o prefeito Marão Filho, homem idôneo e de visão, decidiu assumir o risco e se jogar num poço escuro só pelo fato de que lá dentro já haviam outros boiando. (era tão mais fácil fazer uma daquelas licitações que nos acostumamos tanto por aqui... Como a da carreta-palco, por exemplo, mas a certeza de êxito era tão garantida pelo parceiro manobrista do Direito, que tudo pareceu reluzir como mais outra empreitada de sucesso)

          Você, caso fosse o prefeito e tivesse, por obrigatoriedade do encargo, a aplicação dos princípios da legalidade e da moralidade, seria capaz de correr todo esse risco por tão pouco???

          Porém, o relato da denúncia não se mirou na tese da defesa e combate: “... Ao contratar a Castelucci Figueiredo e Advogados Associados, o denunciado Nasser assumiu conscientemente o risco de prejuízo futuro ao erário público municipal decorrente da sanção administrativa, e desde a sua assinatura, obrigou o Erário Público Municipal ao pagamento de 20% dos valores dos descontos, nada lhe importando se eram legais ou ilegais, embora estivesse perfeitamente ciente da magnitude dos valores envolvidos e, consequentemente, do risco assumido. Posteriormente, tais compensações de contribuições previdenciárias, por serem ilegais, ensejaram a instauração de processos administrativos junto às Delegacias da Receita Federal e também o ajuizamento de ações na Justiça Federal sobre a questão. Em síntese, os serviços prestados pela Castellucci Figueiredo e Advogados Associados consistiam pura e simplesmente em “ensinar” os servidores públicos municipais a preencherem as guias de recolhimento das contribuições previdenciárias com os valores que seus sócios, inclusive Alécio Castellucci Figueiredo supunham devidos, mas que, na verdade, acabaram engendrando diversos processos administrativos e judiciais, em decorrência da ilegalidade das compensações tributárias”.

           Essa venda de um serviço sem garantia alguma e ainda executada de forma ilegal e imoral me fez lembrar de um velho picareta (dentre os muitos que nesta terra fértil para esta cultura se criaram) contemporâneo nosso (dos de cabelos brancos) que por aqui habitou, mas já não vive mais entre nós, por isso deixaremos que sua memória atormentada descanse em paz. (quem quiser ajudar no descanso, que coloque uma boa mesa de cachaça, cerveja e Pirão).

          Mas, reza o lendário popular que lá pelo final da década de 80 começo de 90, esse picareta reuniu um pequeno grupo de medianos de posses (possíveis gananciosas vítimas em potencial) para apresentar-lhes sua última descoberta industrial, a máquina de fazer dinheiro. Como todo picareta, muito bom de lábia e de 171, apresentou a engenhoca e até fez uma demonstração dela produzindo aos olhos incrédulos da gananciosa plateia escolhida a dedo, que se maravilhou com a generosidade e autenticidade na produção industrial. Marcou então o leilão da maravilha industrial para uma ocasião seguinte a fim de que possíveis interessados pudessem comparecer com a melhor proposta para o arremate da nova galinha dos ovos de ouro, logicamente que, como a maquininha prodigiosa produzia dinheiro em espécie, o pagamento por ela também deveria assim ser.  Resumindo a história, teve cabôco que vendeu até a mãe pra poder conseguir capital em cash para pagar pela cota associada na maquininha. Depois que a maquininha foi arrematada pelos novos donos, tímida que era, ela se inibiu e nunca mais conseguir tirar uma única produção sequer para os novos investidores. Bom, nem preciso dizer que o picareta ficou uns tempos sumido da boa terra dos ventos, mas depois retornou com um golpe novo e um dia amanheceu morto num canto de rua.

          Como o prefeito Marão Filho também é meu contemporâneo e levando em conta sua possível “inocência” (tem que ser mesmo muito inocente pra entrar nessa...) em cair dentro de um poço nebuloso como foi essa contratação da Castelucci, acho que ele pode ser um dos acionistas daquele empreendimento industrial inibido do nosso passado recente. Eu conheci alguns sócios, mas podem ficar tranquilos que o nosso segredo está guardado.

          Eu - na condição de guardião e gestor de recursos públicos -, jamais me atreveria a assinar um contrato desses que me fizesse refém de uma ação onde a dubiedade legal e moral é tão exposta e controversa. Só se me fosse oferecido “algum” pela porta dos fundos para correr tanto risco assim.

         Dinheiro fácil é combustível de pilantra!!!

         

 

 



Escrito por LAMPARINA às 01h10
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA



Escrito por LAMPARINA às 13h45
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CALÇA FIORUCCI

 

          Na linguagem Raul Seixista – Parem o mundo que eu quero descer!!!

          Não entendo de mais nada e me declaro completamente incompetente na compreensão.

          Democracia pedindo a volta do governo corrupto e totalitário que ameaçou o Brasil por 20 anos de um golpe militar sanguinário que decretou o fim dos direitos democráticos de toda uma população; Paulinho da Força - que sempre enganou o povo se dizendo um sindicalista de resultados -, votando a favor da aprovação de uma lei que fere conquistas trabalhistas conquistadas a tão duras penas; Caiado, Agripino e demais pústulas do DEM (faltou o Demóstenes e o Heráclito...) como garotos-propaganda da legenda no combate à corrupção (como se não soubéssemos de quem se tratam...).

          Eu não estava aqui no domingo democrático das famílias no Fora Dilma, onde pais, mães, avôs e avós acompanharam seus netinhos em passeata para exigirem democraticamente a saída da presidenta Dilma – eleita também democraticamente pela maioria de nós brasileiros -, mas fiquei sabendo que foi entoado um singelo cântico uníssono: Fora PT, fora PT, vai se f@#er.

          Também não estava aqui na segunda de sessão legislativa, mas fiquei sabendo que o nobre edil Douglas Lisboa usou a tribuna para parabenizar o evento e os participantes pelo belo exemplo democrático no domingo das famílias no Fora Dilma. Depois ele desandou e... Melhor lermos o que saiu sobre o assunto na mídia local, já que eu não estava aqui para assistir: “O vereador Douglas Lisboa retomou um assunto que já mereceu atenção dele tempos atrás.
# Douglas não se conforma com o uso de apelos que ele rotula como pornográficos em material de divulgação usado na cidade.
# Disse que vai pedir a ajuda da Igreja porque acredita que os religiosos serão aliados fortes nesse tipo de campanha.
# Para ele o que está acontecendo na cidade é “uma vergonha” e isso tem que ser combatido”.

          Os bons tempos da hipocrisia estão de volta. Os defensores dos pseudo-valores da família estão na moda novamente.

          Quero descer antes desse ponto, pois já conheci o Geisel, o Figueiredo e sobrevivi a tudo isso. Não preciso acreditar nas campanhas anticorrupção do Caiado e do Agripino. Não preciso turbinar meu ódio contra um partido e blindar o outro por imposição midiática. E finalmente, não preciso pagar o nobre edil para fazer defesa de valores que ele ignora, já que não se valeu da tribuna para repudiar a prática desrespeitosa com que pais, mães e avós ensinaram seus filhos e netinhos no domingo democrático, mas depois usou da sua vermelhidão camarão para demonstrar veemência no caso dos outdoors publicitários da casa de espetáculos suspeita.

          Bom, mas em termos de proteção à infância, o meu tempo foi muito pior, pois, mesmo todo mundo sabendo, ninguém conseguiu me proteger de um trauma. Eu nunca consegui ganhar uma calça Fiorucci do padre.

          Não sei por que ele nunca me escolhia para fazer a prova e acertar o caimento.

          Por acaso será que o vereador tem calça Fiorucci???

 

         



Escrito por LAMPARINA às 21h43
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA



Escrito por LAMPARINA às 00h32
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CAIXINHA DE MALDADES

        

 

          Na mobilização de protesto de ontem na sessão legislativa coordenada pela militância petista em resposta aos ataques do vereador Douglas Lisboa, uma pergunta indigesta contida no panfleto distribuído entre os presentes permanecerá sem resposta, pois o Silvão tentou respondê-la na base do enrolation dele de sempre, mas sem sucesso: “O líder do prefeito na Câmara justificou os gastos de 130 mil reais que a prefeitura pagou para transportar trabalhadores para a indústria Facchini em Cosmorama, como legítimo, citando inclusive que tal prática ocorre em outras cidades da região. Qualquer um dos dois – Douglas ou Silvão – pode explicar quais as outras empresas têm o mesmo benefício? Ou ainda se é coincidência ou não o fato da empresa Facchini ter doado nas campanhas eleitorais do prefeito Juninho Marão em 2008 e 20012, exatos 130 mil?”

          Minha pergunta aos 2 nobres edis vai mais além, pois se é normal e explicável – Por que será então que o departamento jurídico mentiu para o Tribunal de Contas ao dizer que as 7.000 passagens para Cosmorama eram gastos com assistência social na saúde??? Essa mentira do jurídico da prefeitura não merece punição exemplar???

         Esse assunto tem muito mesmo que ser explicado, ainda mais depois das declarações de ontem em tribuna em que o nobre edil Edilson disse que procurou na Promoção Social as informações do suposto alagamento citado pelo departamento jurídico como desculpa para a falta de comprovação das passagens e dos usuários delas, e teve informações de que houve algumas perdas de documentos sim, mas não foram essas passagens.

          Quem mente, o faz não só para enganar o Tribunal de Contas, mas para enganar o restante dos oitenta mil munícipes lesados nessa pataquada de usar dinheiro público para bancar despesa de empresa privada doadora de recursos de campanha.

           Não se consegue explicar o inexplicável... Que a administração abra sua caixinha de “benevolências” com o nosso dinheiro público e diga quem mais ela beneficiou com a mesma patranha.  Já sabemos que doou área para empresário picareta e milionário do asfalto. Já sabemos que paga transporte de funcionários de financiador de campanha desde o início das atividades daquela empresa.

           O que mais será que está guardado nessa caixinha de maldades contra o povo de Votuporanga???

           

         

 

          



Escrito por LAMPARINA às 11h03
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O VERDADEIRO PAI DO CABIDÃO

          

          A sessão desta noite foi marcada novamente pelo protesto articulado pela militância petista em contraponto às críticas feitas ao PT pelo nobre vereador Douglas Lisboa na sessão passada, tendo ele singelamente recebido o apelido de “pai do cabidão” por ter subscrito o projeto que possibilitaria a manobra de aumento dos cargos em comissão. O petismo trouxe novamente o cabidão com os paletós pendurados e as fotos dos nobres edis que teriam se posicionado favoráveis àquele projeto de lei (o que foi retirado na semana passada) que ampliaria o número de cargos em comissão na Casa.  

           Mesmo assim começou tranquila como de costume, com o nobre vereador Meidão assumindo a tribuna primeiro e falando levemente sobre o abandono atual da administração com às praças e ruas, defendeu a criação de galinhas, que segundo ele, à legislação municipal não pode proibir porque são excelentes faxineiras de quintais (resumo exclusivo meu). Depois foi mais duro ao falar do preço dos empreendimentos imobiliários na cidade dizendo que tem meia-dúzia de empresários que exploram o povo da cidade no setor e que precisamos acabar com isso. (depois que “eles” permitiram essa meia-dúzia se instalar tranquilamente e dominar tudo, pedir o fim é exercício de falácia).

           Depois veio o também nobre Osmair Ferrari, que novamente usou de firmeza para pedir explicações ao superintendente da SAEV Oscar Guarizo sobre uma compra de 8.000 hidrômetros feita pela autarquia em que se anota a diminuição do preço do aparelho na compra, sendo que um decreto aumentou o preço desse aparelho na instalação, assim como também aquela taxa de manutenção que é cobrada na conta e que subiu de R$ 0,97 para R$ 1,36. (são as contas que não se explicam nessa administração, nobre vereador. Assim como o aumento abusivo na tarifa de água que não se justifica, quer dizer, nós sabemos para tapar qual buraco vai, né???)

           O nobre André da TURA veio depois e, entre outros desabafos, também aproveitou para criticar duramente o Oscar Guarizo dizendo que ele precisa deixar a cadeira de superintendente e percorrer a cidade para verificar os problemas.

           Depois da passagem de alguns pares na tribuna, veio o nobre Edilson do Santa Cruz, que começou suave falando da experiência que ele conheceu no município de Mongaguá, onde um aplicativo de celular é usado como ferramenta direta de muito sucesso entre a população e os edis de lá, tendo ação participativa na consulta de opiniões da representatividade popular e apontamentos de problemas na cidade (bye bye SOS Xororó e a vereança voluntária). Depois disso o nobre edil foi tomado por outro espírito menos pacífico e detonou geral dizendo que o pai do cabidão não é o nobre colega Douglas, mas sim o nobre colega Meidão (já que foi ele quem articulou toda essa tentativa de encaixar na viúva um velho pupilo seu, rato de cria do seu gabinete). Visivelmente alterado, o nobre edil destilou sua ira nas palavras e não atendeu ao pedido de aparte requerido pelo novo pai do cabidão, tendo seguido firme na sua trajetória pretendida. (depois, segurando em mãos o que seria um processo contra ele instaurado na comissão de ética da Casa por supostas irregularidades em despesas de viagem, tudo ficaria mais claro, assim como de onde teria partido essas suposições que estão sob apuração)

           No pronunciamento do nobre Douglas o protesto da militância petista chegou ao seu ápice, tendo sido servido, a rigor, um panfleto de responsabilidade do diretório municipal do PT com contrapontos às falas do Douglas e também um vale-coxinha, que deu direito ao deguste da iguaria que foi servida aos contemplados no rol do populacho enquanto o nobre edil discursava (delícia de coxinha... Apesar de o tamanho ser mesmo bastante econômico... Nem parece que petralha se apropria tanto assim do alheio... Deu saudade dos banquetes do asfalto no recinto da expô... Aquilo sim era coisa de ladrão de elite!!!)

            Depois da leitura do panfleto e do constrangimento do protesto, o nobre edil Douglas voltaria completamente transtornado para a tribuna na inscrição de discussão de projeto para se defender do conteúdo do panfleto. Começou até bem, mas logo se destemperou em despautérios carregados por essa atual e irracional onda de ódio à legenda rival e, como tudo que passa da conta, perdeu a legitimidade da defesa se entregando aos confins da obtusidade xucra. Gastou o tempo regulamentar todo dedicando ao PT predicativos diminutos em tom de bravatas irracionais (sóbrio, teria sido uma valiosa crítica que caberia no cenário atual a todos os demais do panorama partidário, inclusive ao seu PSDB, que saiu completamente desacreditado depois de 8 anos no comando do governo federal como o artífice do maior crime contra a pátria da nossa história política, o desmonte do Estado brasileiro sob a ótica privatizante neoliberal que quebrou não só o Brasil como todo o continente. Mas, isso é só pra quem conhece história...). Não teve discernimento para discutir e debater divergências políticas e ideológicas, tendo rumado para um desabafo pessoal cheio de chavões carregados de valores familiares e demais falta de maturidade política. (procure um bom psicólogo nobre Douglas... Cure-se dos males psicológicos e depois volte para nos representar com toda capacidade que Vossa Excelência tem preparo e aparenta ter)  

            Depois também o nobre Jura se inscreveu ao final e tentou debater as acusações propaladas pelo nobre colega, mas o Douglas retirou-se da mesa sem permitir a réplica. (o episódio mostrou toda imaturidade do nobre Douglas, que perdeu toda razão ao se negar ao dever de ouvir, já que teve o direito de falar. O moço é advogado e esperamos que ele assim não proceda na Corte de Justiça quando estiver na defesa profissional dos seus clientes, pois só se constrói uma linha de raciocínio se aproveitando das falhas deixadas pelo seu contraditório. Eu não presenciei, mas o comentário dos presentes anota que o nobre Douglas saiu da mesa com aquele aspecto vermelho e olhos marejados de lágrimas. Talvez tenha se recolhido ao seu gabinete, a desabafar em momento íntimo, pois nós homens ainda temos que carregar aquele fardo pesado de que homem não chora)

          Nas considerações finais, gostaria de registrar que a declaração de guerra desta noite assinada pelo Edilson será duradoura. Com certeza não ficará só nisso, pois sabemos como o Meidão processa essas gorduras, ainda mais em se tratando de um ataque assim tão direto e visceral.

           O episódio deixou claro que o cenário eleitoral já está sendo montado, pois se vê nitidamente a imagem de uma sindicalista pré-candidata por detrás do ato do Edilson. A disputa política já começou a ser travada e todo mundo toma ares de pedra na tentativa de estilhaçar alguma vidraça e se colocar em evidência. Resta saber se haverá tanta vidraça assim para o tanto de pedra que claramente se apresenta.

 

           No mais, o que nos resta agora é requerer do Ratinho um exame de DNA para sabermos realmente quem é o verdadeiro pai do cabidão, já que agora a suspeição pesa sobre os dois nobres edis Meidão e Douglas!!!   



Escrito por LAMPARINA às 04h06
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COSMORAMAGATE

 

           Como bem dizia meu velho pai, “a mentira tem pernas curtas”.

           Estamos vendo isso se comprovar agora no episódio das 7.000 inexplicáveis passagens para Cosmorama que o TCE rejeitou prestação de contas e determinou que o senhor prefeito devolvesse mais de 130 mil aos cofres públicos.

           Em matéria do Diário da Região de hoje (http://www.diariodaregiao.com.br/politica/tce-questiona-transporte-para-ind%C3%BAstria-bancado-por-prefeituras-1.86363 ) o prefeito Marão Filho diz que essas passagens foram utilizadas para pagamento do deslocamento de funcionários da empresa Facchini do Distrito de Roseira e que essa ação é social e absolutamente normal, sendo seguida pelas prefeituras de Américo Brasiliense, Parisi, Cosmorama e Pontes Gestal.

          Procurada pela reportagem, à direção da Facchini também se defende dizendo que: ... as prefeituras de Américo Brasiliense, Cosmorama, Parisi e Pontes Gestal ainda pagam o transporte de funcionários da Facchini que moram nessas cidades e nega que a prática gere favorecimento econômico à empresa. “De forma alguma (há favorecimento). É benefício da Prefeitura Municipal para o cidadão.”

          Bom, fica claro que a empresa Facchini jamais diria que realmente está sendo privilegiada na matéria, já que é francamente a única privilegiada, pois deixa de cumprir com sua obrigação trabalhista de arcar com o deslocamento dos seus funcionários.

          No caso de Votuporanga e especificamente no caso da unidade da Roseira, a coisa é ainda mais grave, pois a unidade não está localizada nos limites fiscais de Votuporanga, já que Roseira é distrito de Cosmorama e é para lá que são carregados os recursos oriundos dos impostos pagos por essa unidade fabril. Pagamos então pelo benefício gerador de impostos para nossa cidade vizinha e pagamos às despesas que deveriam ter sido pagas pela empresa. Então esta alegação da empresa de que o benefício é da prefeitura municipal para o cidadão, cai toda por terra, já que o funcionário da Facchini deveria ter seu deslocamento pago pela empresa Facchini e não pelos munícipes de Votuporanga.

           Outro detalhe nebuloso do episódio é a forma com que a administração municipal “mentiu” para enganar técnicos e auditores do TCE, dizendo na defesa que: o que esta em questão é a realização de despesas para o atendimento de direito fundamental aos administrados, o direito à saúde; - o maior fator para a realização das despesas com passagens rodoviárias para o atendimento médico em outros Municípios é a urgência que a medida exige.

          Ficou claro que a prefeitura municipal tentou engambelar o auditor embutindo essas 7.000 passagens para Cosmorama no bojo das demais 369 unidades faturadas na conta social. Se a matéria em questão estivesse revestida de legalidade e de moralidade - como se defendem dos atos às partes envolvidas -, a mentira não seria o incremento principal agora utilizado.

          Posto isso, também fica claro que a mentira tem pernas curtas e o mentiroso se vale dela para ocultar o inocultável, o fato de que Votuporanga e os demais 80 mil munícipes nada ganharam com o pagamento de 350 passagens que deveria ter sido feito pela empresa e ponto final!!!

 

          



Escrito por LAMPARINA às 11h37
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA



Escrito por LAMPARINA às 03h42
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VALENVENTO

 

          Hoje eu encontrei com mais um amigo de infância - que assim como eu nasceu aqui em Votuporanga e que por toda vida aqui viveu -, que me disse estar de mudança para Valentin Gentil. Já é o terceiro e com o mesmo destino. Continuará com sua pequena empresa aqui e viajando todo dia de lá para trabalhar aqui, mas se mudará daqui da cidade, porque Votuporanga se tornou uma cidade inviável para quem ganha menos de 5 mínimos.

         Me disse este amigo que fechou contrato com uma construtora de lá de Valentin que constrói casas a preço justo, tendo dado 10 mil de entrada e financiado o restante em prestações mensais, pela metade do aluguel que paga atualmente na casa em que mora aqui na cidade.

          Votuporanga e a máfia que aqui se instalou exorbitaram de tudo e agora estamos colhendo os frutos de uma política nefasta implantada pelos mafiosos locais. Os votuporanguenses legítimos estão tendo que fazer as malas, pois está impossível de se enxergar futuro por aqui.

          Nos empreendimentos imobiliários da Turma (pois só sendo da Turma se consegue empreender por aqui), com o que se paga aqui por um terreno, praticamente se compra um imóvel pronto em Valentin Gentil, tendo a possibilidade de se sair desse aluguel milionário imposto aqui pelos donos de tudo, os mesmos que se valem da administração municipal para a facilitação de tudo dentro do grupo deles e da imposição de dificuldades aos demais pobres munícipes.

            Se Votuporanga não mudar de rumos, certamente logo estaremos nessa conta dos que daqui partiram por falta de perspectiva.

           Ficarão aqui somente a Turma, seus serviçais, seus pelegos e seus protegidos.

           Pelo tanto de gente que tenho notícia já ter se mudado para Valentin, logo lá será conhecido como a nova Capital dos Ventos, o vento de esperança que carregou votuporanguenses sem perspectiva nenhuma de sobreviver dignamente por aqui e que por lá encontraram algum respaldo para sobreviver dignamente e prosperar.

 

           Esse êxodo local é a herança que essa Turma ostentará ao final dos 16 anos de roubalheiras e desgoverno deles!!!



Escrito por LAMPARINA às 00h03
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TERRA DOS MILAGRES

EXTRA EXTRA... AO INVÉS DA PONTE-AÉREA DA BRAVA, A PREFEITURA TEVE NOSTALGIA E CRIOU A LINHA-DIRETA VOTUPORANGA/COSMORAMA...
EITA POVINHO QUE GOSTA DE VISITAR COSMORAMA SÔ...
DEVE SER EXCURSÃO NA BENZEDEIRA. O DOCE DE LEITE QUE ELA VENDE LÁ É MUITO BOM MESMO!!!
A quantidade de passagens constantes das
05 (cinco) faturas selecionadas monta em 7.369 unidades,
porém a origem sequer apresentou 01 (um) dos beneficiários
delas, bem como o motivo da viagem.
Que a fatura de nº 899/09, que traz o
total de 7000 passagens de procedência Votuporanga com
destino à Cosmorama, no entanto, a cidade destino é de
reduzido porte, com 7.214 habitantes (censo/2010), o que não
justificaria tratamento naquele lugar em detrimento da
própria cidade de Votuporanga ou de outro Município com
maiores recursos nesta área social (saúde).


http://www2.tce.sp.gov.br/arqs_juri/pdf/457056.pdf



Escrito por LAMPARINA às 00h42
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DEU PÁU

          

          Esse empenho é a demonstração clássica de como te sonegam informação quando ela não tem pretensão alguma de ser transparente. O empenho em questão é da compra de um computador, que segundo narra o texto, será para:  “Computador para substituir o atual utilizado pelo Diretor do Departamento, que segundo o Técnico da Prefeitura não tem conserto”.

          Por que será que os demais empenhos quase nunca estão acompanhados dessa clássica informação??? Principalmente aqueles empenhos dos viajadores compulsivos, que nunca sabemos para onde vão, o que vão fazer lá e ao interesse do que ou de quem.

          Bom, mas neste ano de 2014 tem diversos empenhos de compra de computadores e demais equipamentos de informática, mas só para que os meus 7 ou 8 leitores saibam, no ano de 2013 a prefeitura municipal comprou quase 1 milhão de reais em equipamentos de informática de uma empresa pra lá de suspeita aqui na região e que eu estou no encalço desde então. Estou levantando os dados e às comprovações e em breve darei notícias sobre o caso.

          Comprar um computador ou outro para substituir o do Diretor do Departamento que deu páu, não é pecado (desde que minunciosamente assim explicado e já condenado pelo técnico), mas comprar quase 1 (hum) milhão de reais de equipamentos de informática de uma empresa de Buritama (que eu não sabia, mas é fera na venda de produtos de informática... e café, e arroz, e feijão, e carnes, e frios, e fumo de corda, e produtos de limpeza e higiene, e etc... Resumindo, vendem de tudo, desde que o comprador seja uma viuvinha pública. Tá explicado???) que tem atividade social mais acumulativa e expansiva do que loja de conveniência de Dubai, deve ter algum gato nesse saco.

            Vou esperar os membros daquele órgão local que estou proibido de pronunciar o nome me chamarem lá para que eu lhes conte toda história, já que eles são os que realmente deveriam estar correndo atrás da história e com poder para apurá-la!!!

 

 

           



Escrito por LAMPARINA às 17h33
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