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BLOG DO ROBERTO LAMPARINA
 


O MUNDO DAS VAIDADES

 

          Muitas coisas e ações da vida se embasam na Teoria Socrateana proposta pelo Mundo das Ideias e das Verdades, que consiste basicamente na fuga do universo da matéria e na criação de uma forma de coordenar e se sobrepor a esta matéria.

           No relato descrito por Nietsche, Sócrates era um ser medonho, curvado, feio, entre outros tantos atributos negativos nítidos da sua matéria, e impossível de ter sucesso neste mundo. Ao negar a perspectiva da matéria e criar um mundo particular das ideais e das verdades, teria sido esta a fuga da realidade. Ao afrontar um mundo onde a perfeição decretada pela ação se via despida por análises outras, Sócrates cria um mundo pensante onde teorias outras analisariam às possibilidades além da matéria. E quem então se beneficiaria com um mundo que nega tudo que está a vista e palpável para acreditar em teorias, bem fundamentadas, mas dispostas ao exercício do pensamento e não aos olhos??? Por certo, outros seres pensantes como Sócrates e também sob sua provável perspectiva, seres que não conseguiriam convencer na apresentação, mas teriam condições de desenvolver um pensamento a partir dela.

            Sócrates teve muito êxito na criação desse mundo das ideias se sobrepondo ao mundo das ilusões da matéria – E, por que Sócrates teve tanto êxito em algo assim tão insólito??? Porque ele conseguiu uma legião de seguidores (fosse hoje, certamente Sócrates estaria aí na casa dos 30 mil amigos no Facebook) – E quem são esses seguidores??? Uma legião, segundo a ótica da matéria, de fracassados, feios, antissociais, covardes, uns cú-cagado que se dão ao trabalho de pensar e analisar algo além daquilo que se apresenta, buscando parâmetros para analisar sob o ponto de vista ético e moral, criando regras para o comportamento, pois é sempre um covarde, asqueroso e feio o atrevido a criar julgamentos sobre a moral, haja vista que o movido pela força da matéria não tem tempo para se ater a isso, pois está sempre fazendo, empreendendo e criando sob sua perspectiva prática.

           Me embasando nesta teoria socrateana é que posso analisar, e neste ato, também convidar o resto da caterva de fracassados e invejosos que vivem criticando o empreendedorismo do OBA, a se juntarem a mim nessa construção do Mundo das Verdades, que como o de Sócrates, não são absolutas, mas uma teoria a se considerar além daquilo que nos está a vista e parecendo perfeita ao primeiro olhar.

             Há dez anos o mundo empreendedor da matéria criou um carnaval privado, empreendido com o apoio do poder público e com investimento dos nossos recursos públicos. Esse mundo da matéria vem se agigantando a cada ano, e cada vez mais sua beleza material enche os olhos dos interessados diretos neste mundo e dos que não tem capacidade intelectual para enxergar além dele. O mundo da matéria cometeu um grave erro: quando lhe foi possível caminhar com as próprias pernas, escolheu continuar sendo carregado pelo poder público.

          O que nos resta - aos fracassados, feios, horrorosos e invejosos seres pensantes -, é criarmos aí outras alternativas para levar o mundo lindo da matéria ao julgo da sua tênue moral abalada pela dependência dos nossos recursos públicos.

          Não será fácil, pois eles são os lindos, os perfeitos, os dotados do empreendedorismo invejável. Nós, pobres fracassados e invejosos, porém temos ao nosso lado a capacidade de pensar e de mobilizar outros como nós no exercício desta indecorosa ação.

           Sempre bom lembrar que, no mundo das vaidades, pensar não é algo que esteja ao alcance de todos e nem que seja motivo de orgulho. Muitos se recusarão ao ato e preferirão continuar olhando só para o universo que conseguem enxergar com os olhos. Não poderemos lhes recriminar por isso, para que não nos tornemos parte dessa matéria apreendida aos limites da finitude.

 

           Pensar é algo que está além das prisões e dos limites de cerceio!!! 



Escrito por LAMPARINA às 20h15
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BOLSONARISMO 2018

 

          Quando a gente vê pessoas compartilhando e assinando debaixo de criações da máquina fascista de trollagens, ou daqueles vídeos bolsonaristas onde ele se coloca como a solução de tudo através do seu perfil de mártir islâmico contra o domínio do capitalismo ocidental, precisamos saber bem que tipo de ser está por detrás dessa disseminação de conteúdo deformante, para sabermos suas reais intenções. Quando o elemento disseminador é um ser de baixa capacidade intelectual, sabemos que é só o conteúdo fascista agindo naturalmente em quem não tem conhecimento de nada, e não conhecendo nada, principalmente História, o elemento é atropelado pela receita fascista do conservadorismo salvador que resgatará o mundo dos avanços diabólicos da sociedade e o introduzirá novamente naquela nossa saudosista visão de mundo dos tempos dos nossos avós. Sim, porque os fascistas, nazistas e os neo alguma coisa do gênero, não conseguiram sair, ideológica e socialmente, dos anos 30 e 40 ainda.

          Já, quando a gente vê que o disseminador é um membro ativo da nossa sociedade, pertencente aos quadros privilegiados da sociedade secreta e ao clubinho da Prova Quádrupla, sabemos que esta disseminação da idiotização é somente ferramenta de manobra para se valer da desinformação e deformação do primeiro tipo - o que não tem capacidade intelectual -, para servir de modelo aos fins pretendidos.

          Como às pessoas que têm algum conhecimento histórico e ideológico bem sabem, o agente condutor das rupturas sociais nunca é o de cima da pirâmide e nem o de baixo, pois os de cima são quantitativamente poucos e não se importam com os caminhos e rumos que se toma, pois eles têm combustível para continuar em cima; e os de baixo não possuem força e mobilização para decretarem essa ruptura. O que sobra então são as camadas médias, que, turbinadas pelos de cima ao pânico de novamente se enxergarem na proletarização social, se valem de todos os meios para enganar os de baixo da pirâmide e os mobilizar à sua causa.

          Isso não é nenhuma novidade, pois já se faziam notadas essas técnicas em frações filosóficas presentes nas obras de alguns dos grandes filósofos do Iluminismo, entre eles Rousseau e Kant.

           Mais adiante, anotamos ainda uma passagem narrada no livro Mein Kampf (Minha Luta), livro em dois volumes de autoria de Adolf Hitler, onde ele narra sua trajetória e experiências adquiridas na sua chegada à Viena daqueles tempos da sua mocidade, uma cidade que convivia com os prazeres e luxos direcionados à alta burguesia e os dissabores de uma maioria empobrecida e marginalizada: “...A isso se acrescente, entre muitos, a desagradável lembrança da ignorância dessa baixa classe, a constante brutalidade nas suas relações uns com os outros e compreender-se-á porque a pequena burguesia, em uma posição social ainda inferior, considera todo contato com essas ínfimas camadas sociais como um fardo insuportável. Isso explica porque é mais frequente a uma pessoa altamente colocada, do que a um parvenu, nivelar-se, sem afetação, com os mais humildes. O parvenu é o que, por sua própria força de vontade, passa, na luta pela vida, de uma posição social a outra mais elevada. Essa luta, as mais das vezes áspera, mata a compaixão no coração humano e estanca a simpatia pelos sofrimentos dos que ficam atrás”.

          Hitler tinha o conhecimento histórico como ferramenta e, teve o conhecimento prático da vivência desse tempo em Viena e esse conhecimento fez com que ele colocasse em prática a mobilização dos médios para arregimentar a massa proletária às suas intenções de domínio.

          Portanto, nada do que estamos vendo hoje acontecer neste renascimento da Direita e suas técnicas de massificação de manobra para arregimentar menos capacitados intelectualmente às suas fileiras, seja algo novo. Hitler já se valeu disso na sua escalada de poder no Nazismo.

          A hipocrisia na cruzada contra a corrupção sempre será a ferramenta principal de mobilização a ser utilizada na propagação do ódio.

          Eu estou escrevendo este texto mobilizado pelo conteúdo neofascista que eu, sem querer, notei na página social de um dos membros da nossa sociedade. O indivíduo está em franco desenvolvimento das técnicas neofascistas. Como ele é do time da sociedade secreta e do clubinho da Prova Quádrupla, sei que ele é só um oficial de baixa patente das camadas médias buscando arregimentar soldados para morrer pela sua causa, pois é um dos membros da baixa burguesia que teme retroceder. Porém, fica mais uma vez claro o conceito da hipocrisia no combate à corrupção, pois pasmem, o indivíduo é acusado pelo MP de uma cidade da região, de subcontratar a empresa de fachada onde seu genro consta como sócio, para emitir notas fiscais e liberar recebimento de quantia que estaria restrita ao congelamento das contas da Máfia do Asfalto. Se valeu de uma ilusão para liberar os recursos presos e obter assim vantagens do cargo que até então ocupava na autarquia de águas da referida cidade.

 

           O típico neofascista hipócrita em atividade, recrutando soldados ao bolsonarismo de 2018!!!



Escrito por LAMPARINA às 12h52
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OS FINS QUE NUNCA JUSTIFICARÃO OS MEIOS

 

          Existem coisas que não conseguimos entender como são possíveis. Olhando essa constituição da Empresa Opera Eventos e Promoções Ltda. na JUCESP, empresa que venceu a “concorrência pública” para desfrutar do nosso Centro de Eventos (aquele construído com dinheiro público para ser concedido ao interesse privado), temos a certeza de que tudo não passa de um grande conto de fadas. A empresa está constituída por dois sócios (que não são exatamente aqueles que nós sabemos muito bem que são os donos de verdade do Oba) com capital social de R$ 10.000,00.

          No caso, esta empresa de capital social de 10 mil, será concessionária legal do nosso espaço público por 10 anos, pagando R$ 1.602.000,00, o que dá R$ 160.200,00 por ano, de uma festa que, segundo as próprias informações oficiais, rende perto de 10 milhões de receitas somente com a bilheteria, já que os ingressos variaram entre R$ 500,00 (primeiro lote) o mais barato para a pista feminina e R$ 1.400,00 (Café de Lá Musique) masculino. Não entendo como isso seja possível, mas tenho vaga ideia de que esta receita possa ser pulverizada em outras empresas no decorrer da estrada contábil, empresas parceiras e que estariam dispostas para fazer essa adaptação de alta receita.

            Nós conhecemos os verdadeiros donos do OBA, porque são pessoas que acompanhamos suas trajetórias aqui e sabemos bem como foi o processo de transformação do carnaval público, depois o privado dos blocos e por último, à fusão dos blocos no altamente rentável carnaval privado do OBA.

           A título de negócio rentável, acho que nada teríamos do que reclamar se estes empreendedores não tivessem sido escorados pelo poder público municipal ao longo de todos esses anos da realização do evento. O nosso poder público foi uma mãe generosa aos empreendedores, e estes nos têm retornado com uma voracidade absurda contra o povo de Votuporanga.

           Ganharam muito dinheiro com a festa abençoada pela nossa prefeitura municipal, mas ao invés de diminuírem o peso que esta festa impõe ao povo de Votuporanga, aumentaram ainda mais a carga que o interesse público paga aos poucos e privilegiados interesses privados da festa.

           Poderiam ter comprado área, bem baratinha, longe do perímetro urbano onde teriam melhores condições de realizar a orgia e lá empreenderem a festa pela livre iniciativa de fato, aos moldes da festa de peão de Barretos, cujo recinto é particular e o grupo ainda remete parte dos lucros ao Hospital do Câncer. Mas, os empreendedores que se criaram das graças da nossa prefeitura municipal (e tem até representante na Câmara Municipal para interesses próprios do grupo) querem continuar debaixo das asas da madrinha viúva, indolente aos interesses dos outros mais de 90 mil habitantes.

           Portanto, isso também não dá pra se entender. Se eu posso ter uma casa própria, não se justifica eu alugar uma.

          Enquanto isso o poder público continua investindo na festa privada. Investimos no atendimento de saúde aos pobres e ricos foliões que, independente de se possuem recursos de sobra, ou se tiraram da boca pra pagar pela festa, desconhecem limites. Eu já fiz cobertura de plantão carnavalesco em anos anteriores e sei muito bem o padrão típico das ocorrência nesses plantões: torções e quebraduras de pernas e braços, escoriações e suturas por quedas de embriaguez e muita - muita mesmo -, aplicação de glicose na veia para abortar a viagem de quem não tá dando conta do balanço do navio (navio que o OBA cobra a passagem e nós pagamos o atracar de quem não dá conta de seguir nela). Isso tudo pago com o nosso dinheiro e executado com a nossa estrutura pública, mas quem recebe a receita da festa são os empreendedores do OBA.

         Mas eles geram 900 empregos (muito desta mão-de-obra agora contratada pelos terceirizados nas suas cidades de origem) – diz o propagandório da festa. Ainda aquecem a economia local.

         Mesmo assim ainda somos mais de 90 mil prejudicados pelo OBA e pela necessidade da prefeitura municipal usar isso numa política de ilusão, onde só se faz balanço das ações positivas, mas as negativas passam despercebidas e minimizadas.

          Quem sabe o OBA (e os poucos que realmente ganham com a festa) resolva isso criando um fundo para ao menos pagar combustíveis das viaturas que fazem segurança externa do evento e do fluxo aumentado de 10 mil (segundo números do OBA) foliões na cidade por 5 dias; pague pelos atendimentos médicos e insumos dos foliões declarados; pague pelos nossos transtornos sociais evidenciado com cenas deprimentes da conduta humana; pague pelo custeio das casas de tratamento de dependentes químicos (pois quem meche com fogo precisa ter o extintor sempre à mão).

 

          Mesmo pagando por tudo isso que não pagam, o OBA nunca conseguirá pagar pela consciência de quem consegue enxergar que os fins nunca justificarão os meios!!!



Escrito por LAMPARINA às 15h45
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O LEGAL E O MORAL

 

           Eu gostaria agora de entrar num mérito que não tenho domínio, mas como esta é uma cidade do Direito, de um curso universitário que entrega ao mercado dezenas de profissionais na área, uma cidade de Mestres e Doutores do Direito, além de grandes causídicos independentes e consagrados no mercado, gostaria de propor um debate público sobre a legalidade e a moralidade do ato do senhor prefeito Marão Filho, em último ano de mandato, se valer de verbas públicas na construção do Centro de Eventos e do novo estádio Plínio Marin, para depois concedê-los à iniciativa privada por longos 10 anos a preços irrisórios.

          O Centro de Eventos foi concedido no ano passado, se não me falha a memória. Quando o evento perdurou por 8 edições nas dependências do Centro de Lazer do Trabalhador, o seu uso era licitado anualmente, o que causava incertezas, pois poderia aparecer outros interessados na data, mas garantia ao poder público a estratégica condição de arbitrar sob a manutenção ou não da festa, caso o interesse público não mais decida por essa continuidade diante de algumas situações que podem acontecer. Ou seja, seria estratégico ao município e ao interesse público que assim continuasse de posse da estratégica condição decisiva.

            Com a licitação e concessão sendo determinada pelo período de 10 anos como foi, o prefeito Marão Filho abriu mão dessa estratégica condição do interesse público para resguardar prioridade de garantia ao interesse privado. Assim, como o prefeito Marão Filho, que deixa o cargo neste ano, tendo com este ato, amarrado o poder público por dez anos com esta ação, ou seja, amarrou as decisões dos futuros gestores ao ato. Um ato que não vislumbra justificativas ao decisivo e imediato interesse público à matéria.

             Como esta licitação obedeceu o trâmite legal, mas não se vê nela o interesse público evidente e claro de se atrelar por dez anos um interesse privado, gostaria que alguns Nobres operadores do Direito colocassem a luz do saber jurídico sobre a matéria para nos clarear caminhos outros.

           Como sou pré-possível candidato ao Executivo em 2016, gostaria de conhecer o teor legal e moral que nela possa residir!!!

 

          



Escrito por LAMPARINA às 12h15
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AMNÉSIA FÚNEBRE

 

          Sessão tranquila na noite de hoje, já em ritmo de concentração para os festejos do DEUS. Oba, pois o Momo tá desempregado por essas plagas já faz muito tempo. (se o gordão quiser fazer um bico aqui, nada de coroa, reinado e gostosas súditas, mas o avental de garçom nos dias de folia do DEUS OBA!!!)

          Quase todos que ocuparam a tribuna a usaram para, em algum momento, lamentar o acidente trágico ocorrido nas imediações de um centro particular de eventos às margens da Euclides da Cunha, tendo vitimado três pessoas. Além de lamentarem a tragédia, também se valeram do grito da tribuna para exigir providências no sentido de o trabalho do IML voltar a funcionar na cidade, já que não temos médico legista por aqui e já faz muito tempo que se perdura essa situação, apesar de esforços e lamentos de muitos dos edis da Casa.

           A volta do nobre edil Émerson Pereira para a Casa de sua origem também era um evento esperado com ansiedade, mas o edil voltou meio fora de forma, demonstrando ter perdido o traquejo que fez dos seus discursos os mais aguardados. Com poucos “muita das vezes” e aquelas verborragias já tão tradicionais, além do inconstante emprego do plural (o que eu tenho plena certeza de que é uma cena que ele muito bem encena), teve pouco desenvolvimento num discurso mais demorado sobre o carnaval do Oba, que não deu bem pra saber se era elogio, crítica ou um casual tamo junto. Ousaria dizer, bem ao estilo Émerson de ser: interprete como queira. Mas, quem já foi rei nunca perde a majestade e, certamente mais algumas apresentações e ele estará tinindo de novo com aqueles muita das vezes presentes em tudo.

           O nobre edil Douglas Lisboa entrou no mérito dos preços exorbitantes cobrados pelos comerciantes na nova Arena, onde se anota o preço de R$ 4,00 por um copo de água. Num aparte o também nobre Osmair Ferrari esclareceu que já estão sendo instalados os bebedouros de água gelada no estádio e que também se surpreendeu com o preço de um refrigerante Poty de 2 litros sendo cobrado R$ 21,00 nas dependências do estádio.

           Ao final da sessão, o nobre edil Meidão me procurou para me passar esclarecimentos sobre a questão da licitação da terceira funerária para explorar os serviços dos setor na cidade, que este blogueiro questionou suas andanças em postagem no final de semana. Me disse o nobre edil que estava tudo acertado para a referida concorrência pública e com interesse de uma empresa de Fernandópolis já despertado. Porém ele saiu de licença-médica e quando retornou o assunto já havia caído no esquecimento.

           Para que a gente não fique pensando que alguém vendeu o interesse e que os próprios interessados diretos na manutenção de tudo como está tenham agido por debaixo dos panos, melhor que a edilidade retorne rapidamente o empenho na implantação desta terceira empresa. Senão, o pobre povo pode pensar mal de todos, principalmente daqueles que tanto se empenharam em comprar essa briga, e depois, inexplicavelmente, deixaram o assunto adormecido e ao esquecimento público.

 

          Nós não esquecemos e vamos ficar aqui cobrando até que a pauta seja retomada e tratada com a seriedade que merece. Uma terceira empresa operando no nicho pode melhorar muito a qualidade do trabalho e dos preços. Onde há concorrência, sempre haverá a possibilidade de se diminuírem os preços praticados ao consumidor!!!



Escrito por LAMPARINA às 01h28
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CHIFRADA DE BODE PRETO

  

          Quem conhece o cenário político e as rasteiras que se pratica por aqui, sempre tem que olhar adiante do que a visão parcial desnuda. Tento fazer isso com alguma precisão, mas às vezes me deparo com muros de incompreensão. Por exemplo: o ex-secretário da pasta de Direitos Humanos Émerson Pereira teria ainda como tempo hábil mais dois meses para se desincompatibilizar do cargo e voltar à Câmara para reassumir o mandato e estar apto à pretensão da reeleição. Sabemos que o Émerson tem compromisso com o “pessoal dele” que foi assentado na pasta e que a entrada de outro secretário, mesmo tendo pouco tempo de atuação, pode desencadear a exoneração de um ou outro (até de todos, pois o cargo de confiança implica em se ter confiança e se o novo secretário não tiver confiança, pede a exoneração e convoca os da sua confiança) desse pessoal dele.

          Sabemos também que o Émerson é um dependente econômico da carreira política, ou seja, não tem fonte paralela de renda e vive do salário recebido dos cofres públicos. Sabemos que o salário de vereador é próximo da metade do salário de secretário. Então, nesses 2 meses, além do Émerson arriscar a continuidade do seu estafe na pasta, ele perderá (deixará de ganhar) algo próximo de 8 mil de salários, o que para ele (e para nós pobres) é uma diferença brutal na renda mensal.

           Por outro lado, o Émerson voltando à Câmara, haverá a quebra de um trabalho canino desenvolvido pelo seu suplente André da TURA. O André tem sido duro na cobrança de ações no atendimento da Santa Casa, principalmente depois de ter sofrido na pele o que cotidianamente nós todos sofremos, e ter verificado descaso no atendimento de um familiar. O André também vinha se mantendo firme às críticas à atuação do atual presidente da SAEV-Ambiental Oscar Guarizo.

           É só uma teoria bem embasada nesses argumentos, mas como nós todos bem sabemos quem responde pela indicação do Oscar Guarizo na SAEV e quem administra os interesses dentro da Santa Casa, é fácil de se chegar à conclusão de que o ex-nobre André da TURA tenha levado uma chifrada de bode preto pelo bom trabalho que vinha desenvolvendo.

          Alguém certamente deve estar ressarcindo o Émerson pelas perdas salariais e garantindo que o pessoal dele não será exonerado, senão ele não abriria mão desses dois meses dos quais a legislação lhe faculta a possibilidade de permanência na secretaria.  

          Quando o próximo secretário entrar teremos essas certezas, pois se ele exonerar todo mundo (como deveria ser normalmente), é sinal de que está livre para agir e não está tomando parte desse acordão de anulação do André. Se ele entrar e vier com aquele papo de não abortar os trabalhos desenvolvidos pela secretaria e outras balelas do gênero, fica claro que está fazendo parte do jogo da opressão.

           Eu, na condução de algo da qual teria que me responsabilizar pelas ações de terceiros, queria que esses terceiros fossem da minha confiança!!!

 



Escrito por LAMPARINA às 18h30
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VAMOS FALAR DE HIPOCRISIA???

 

          Rodando pelo mundo internético me deparei com esta postagem do secretário de Desenvolvimento Econômico Diogo Vicentini. Achei interessante as considerações... Se, o mesmo não tivesse feito parte também do governo Carlão Pignatari, que dentre muitas reprimendas do TCE/SP, uma versava sobre vícios contidos no certame licitatório realizado entre a Prefeitura Municipal de Votuporanga e a empresa Geraldo J. Coan & Cia. Ltda. Para quem não tem familiaridade com a notícia, esta empresa nada representa, mas para mim que desenvolvo trabalho na área, esta empresa é acusada de irregularidades no que ficou conhecido como “o cartel da merenda escolar de São Paulo”, tendo sido indiciado pelo MP 35 suspeitos da prática de crimes na área, inclusive os empresários Valdomiro Francisco Coan e Geraldo João Coan.

           No caso específico da reprimenda do TCE/SP ao então prefeito Carlos Eduardo Pignatari, o teor em julgamento apurou irregularidades no certame a partir de indícios de direcionamento com falhas apontadas no certame que possibilitariam a participação de um maior número de proponentes. O TCE/SP decidiu então julgar irregulares a concorrência pública e todos os atos que dela derivaram pelos vícios anotados (aditivos), além de aplicar multa de 1.000 (UFESP) ao prefeito Carlos Eduardo Pignatari.

           Até o ponto que eu sei, o então prefeito Carlos Eduardo Pignatari recolheu a multa devida e sanou irregularidades apontadas, esquivando-se do crime de improbidade administrativa, mas ficam às pegadas das intenções proclamadas, já que o apontamento alude aos indícios de direcionamento de concorrência pública à empresa citada, com farto histórico de irregularidades na área.

           Estamos às voltas com novas denúncias de máfias agindo na área de contratação de merenda em SP. Dessa vez as suspeitas anotam o nome do presidente da ALESP Fernando Capez e do ex-chefe de gabinete da Casa Civil paulista, Luiz Roberto dos Santos, vulgo Moita, demitido imediatamente ao se tornar público que aparecia diretamente nos grampos telefônicos conversando com membros da quadrilha e pedindo dinheiro e eletrodomésticos aos investigados. Não é novidade que o segundo cômodo do Palácio dos Bandeirantes esteja sempre ligado ao crime organizado, pois anotamos aqui os grampos da Operação Fratelli, onde o ex-chefe da Casa Civil paulista, Edson Aparecido, aparecia ligado diretamente em acertos envolvendo negociatas da Máfia do Asfalto, além de ter um assessor, Osvaldo Ferreira Filho, apontado como lobista da Máfia do Asfalto.

          O poder caminha de mãos dadas com o crime organizado e precisamos muito mais do que hipocrisia para acabarmos com essa parceria, principalmente quando ela ronda o nosso terreiro de casa e nos ameaça diretamente!!!

         

           

 

PS: Aproveito o ensejo para deixar aqui de público o louvor ao ato do advogado votuporanguense José Alberto dos Santos, que propôs ação pública contra o ex-prefeito Carlos Eduardo Pignatari e a empresa Geraldo J. Coan & Cia. Mesmo que tenham sido inocentados posteriormente, o ato do nobre advogado deixa claro que a sociedade jamais pode se conformar diante de indícios que nos levem a crer que um dos mais sagrados direitos do investimento público, à MERENDA ESCOLAR, contenha vícios e indícios de irregularidades!!!

 

         



Escrito por LAMPARINA às 15h23
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O VENDEDOR DE CERVEJA

 

          Gostaria de me ater mais incisivamente num caso muito emblemático que teve desfecho parcial nesta semana, a votação do projeto de lei do vereador Meidão que tornaria possível a venda de cerveja e chope nos eventos da nova Arena Plínio Marin.

          Antes, gostaria de lembrar, que uma das missões constitucionais do Poder Legislativo é nos proteger e aos nossos interesses. Certamente o ato pretendido pelo vereador não nos protegeria e nem a nenhum dos nossos interesses públicos. Talvez, alguns poucos interesses privados, pelo menos dois eu consigo vislumbrar com facilidade: o da cervejaria que já despontava como a pretendente de servir tais eventos em condições exclusivas (tudo legalmente por uma daquelas licitações direcionadas que nos acostumamos a ver por aqui) e o interesse do CAV no patrocínio que viria mais generoso da tal cervejaria.  O resto, é resto.

           Como o ato do vereado Meidão em apresentar tal projeto indecoroso não nos representa e nem aos nossos interesses, fica claro que ele legislou a soldo dos interesses escusos que regem a matéria nas suas entrelinhas, mais uma vez.

           Me passa agora um pequeno flash back dos tempos em que era permitido a venda de cervejas no velho estádio Plínio Marin e tinha lá no péla-porco uma barraca destinada ao comércio da citada bebida alcoólica. Ela ficava próxima ao início das arquibancadas, meio que na chegada para quem vinha da entrada, certamente uma colocação estratégica para a freguesia. Me lembro claramente como se estivesse vendo agora todos os cativos que assistiam aos jogos de pé ali ao redor da barraca e enchendo o “pote” o tempo inteiro. Poderia citar o nome de todos, um por um agora, pois como sou nascido aqui, são e eram (pois muitos já morreram) pessoas do meu conhecimento.

            A maioria das pessoas que vão ao estádio vão pra assistir uma partida de futebol, torcer, cada qual ao seu modo, e há até os que vão para extravasar recalques de uma personalidade contida o tempo todo, mas lá se libertam e são capazes de agir de forma irreconhecível. É válido, pois o faz dentro de um certo limite de conforto e sem perturbar quem está ao seu lado, pois estádio é local de aglomeração de massa, portanto, todos estando ali muito próximos um do outro. O bêbado não. O bêbado vai ao estádio para beber e incomodar a todos que pagaram um ingresso para assistir uma partida de futebol, pois o bêbado é chato, é inconveniente e antissocial, não possuindo noção de limites, tendo sua dose de chatice turbinada a cada copo de bebida alcoólica ingerida. Também tenho uma teoria de que bêbado de estádio fica sóbrio a cada grito e a cada xingamento e como bêbado não suporta a sobriedade, ele grita, xinga (o juiz, a mãe do juiz, o time adversário, o time dele, a mãe dele e de todo mundo), grita de novo e depois corre buscar outro copo de cerveja para encher o tanque e ter combustível para gritar e xingar novamente. Passa o jogo todo nessa rotina.

          Entendo o futebol como a paixão nacional, sou um apaixonado pelo futebol também, mas às paixões não podem nos cegar. Futebol é esporte e até quem vai ao estádio para assistir uma partida de futebol, mesmo não estando praticando o esporte, deve praticar o desporto, deve realçar a boa prática esportiva, valorizar a disputa e respeitar o adversário. Como bem diz o ditado, c´... de bêbado não tem dono e sendo assim, o bêbado fica impossibilitado de qualquer coisa além de beber e gritar, muito menos praticar esporte, desporto ou até cuidar do próprio c´...

          Bom, gostaria de encerrar dizendo que foi lamentável que um edil tenha se lançado na criação dessa lei. Mais lamentável ainda que esse edil seja um com tanta experiência e que acumula tantos mandatos, nos dando a certeza total de como estamos mal representados no Poder Legislativo, pois tudo que narrei aqui e que assisti com minha experiência de vida, ele também assistiu e deveria repulsar tudo isso e não tentar trazer isso de volta. Gostaria de lembrar também que os demais edis que votaram parcialmente contra a matéria, boa parte deles não o fizeram por entender tudo isso descrito no texto, mas para que não assinassem debaixo da inconstitucionalidade jurídica do projeto, o que é lamentável novamente.

          Apenas como indicativo ao nobre edil que sairá ainda mais diminuto dessa matéria sob os meus olhos, em outros eventos que possam ocorrer na nova arena e que não se relacionam ao esporte, nada se pode falar sobre a venda de cervejas e demais bebidas alcóolicas. E, perfeitamente possível e aceitável. Então, já que Vossa Excelência gosta tanto de vender cerveja, adeque o projeto e o reapresente com novo texto específico.

           Por hora, gostaria de - em meu nome e em nome das pessoas que conseguem raciocinar de forma liberta e longe de interesses outros que não seja o bem estar público -, agradecer aos demais quatorze edis pelo voto contrário a esta insanidade que colocaria em risco o espetáculo do futebol e nossa própria segurança, pois a intolerância é o grande causador de conflitos em aglomeração de massa e a intolerância pode ser muito turbinada pelo excesso de álcool!!!         

         

 

           



Escrito por LAMPARINA às 11h28
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HERANÇA BENDITA

 

          Como já se tornou hábito, o prefeito Marão Filho abriu o ano legislativo ocupando a tribuna da Casa do Povo para prestar contas dos seus atos ao povo e aos membros do Poder. (aquele que deveria ser distinto e fiscalizar seus atos, mas é tão grudado ao Executivo que até parece se tratar de um só)

          Como também de costume, se valeu do telão para declinar os vários capítulos da sua peça publicitária, que, como percebemos todos nós, bem raquítica de conteúdo (depois da deflagração da Operação Fratelli). Não tendo muito o que mostrar, patinou em algumas temáticas principais, como a inauguração da ARENA, tendo dado uma pequena escorregadela quando, ao apresentar uma conta de alguns milhões aplicados nos recapes que ele demonstrava no telão, acrescentou – Graças a esses recursos que nossa malha viária está em boas condições. (o prefeito Marão Filho certamente passa seus dias em Orlando, Miami  ou outro paraíso mundo afora e vem aqui só a passeio. Não tenho outra explicação para esta afirmação dele). Mais adiante ele consertaria o pequeno delírio dizendo que nossa malha viária está em boas condições, se comparada com outras cidades da região. Seguiu anotando sua qualidade de obreiro, detalhando umas 30 obras (contei por alto) começadas para serem terminadas no governo do seu sucessor. (neste momento me enxerguei então tomando posse no dia primeiro de Janeiro de 2017 e tendo que terminar as tantas obras que ele me deixará. Sentado ali quietinho na minha última fila e no lugar mais alto da patuléia, pensei em levantar o dedinho a meio-pau e fazer igual mineiro escandaloso – Uai, carece não seo prefeito, deixa que eu toco sozinho!!! Mas, achei que seria abuso da minha parte interromper tão glorioso anúncio de herança bendita, já típica de tucanos)

          Não tendo muito o que falar, depois de demonstrar como a implantação dos radares (fábrica de multas) melhorou nossos índices de acidentes de trânsito e economiza divisas ao município (em todos os níveis, até na utilização dos serviços de saúde, mesmo que não impactando em nada a dívida da Santinha) terminou sua peça publicitária nos mesmos moldes da Audiência Pública do senhor secretário Diogo Vicentini, embasando sua boa gestão no índice FIRJAN e naquela outra papagaiada de 45ª das 50 cidades mais inteligentes do Brasil. (acho que essa bengala já tá virando artifício do ócio)

           Depois foi pedido um recesso de dez minutos para que os nobres edis pudessem em privado, lá no confessionário do Plenarinho, exercer o livre arbítrio cerimonioso da humildade. (não nos convidaram para o ato, mas certamente todos os nobres edis se ajoelharam, lavaram e beijaram o pé do MESTRE. Como sabemos que tem sempre aqueles que - na ânsia de se fazer mais notado -, acabam passando dos limites, certamente outras cenas mais degradantes deve ter ocorrido, mas não ouso sequer vislumbrar, pois deve ser falta de decoro)

          Voltou o estafe legislativo para os trabalhos da noite e o nobre prefeito escafedeu-se com sua equipe toda ali presente. Casa vazia novamente e o espetáculo seguiu para poucos.

          De melhor depois, somente o nobre Meidão que lascou dentadas na SAEV-Ambiental e em seu presidente com relação à crise hídrica decretada pelo excesso de chuvas (???) e transbordamento da represa. (se a gente não soubesse no que de fato se enrosca o nobre Oscar Guarizo ao cargo, contrataríamos um veterinário pra fazer cirurgia de mochação nesse bode e soltar ao pasto)

          Depois disso, a Casa foi só lágrimas com o pequeno discurso de despedida do nobre André da TURA, que hoje fez sua última sessão, já que o titular Émerson Pereira reassumirá na segunda próxima. Visivelmente emocionado, o nobre André leu sua pequena missiva de despedida e depois se entregou aos afagos elogiosos de todos os nobres pares em apartes solicitados e concedidos (digo, quase todos, pois teve um que nem assim rompeu com seu trauma de infância. Tem gente que usava cenoura, mandioca, nabo e outros congêneres. Certamente o nobre edil em questão usava microfone. Como a gente sabe que esse bicho dá choque...). Dentre os chorões, destaque para o nobre presidente Da Farmácia, que desabou em lágrimas, tendo que pedir tempo para se recompor e ao fôlego, que já o tornava um descendente de tomate.

           Homenagem merecida ao nobre André da TURA, que entrou na Casa como suplente assumindo a vaga deixada pelo titular Émerson Pereira (colocado numa secretaria de mentirinha e sem orçamento, para assentar correligionários e contentar apoiadores do prefeito Marão Filho), e conseguiu destacar-se como um edil atuante, fiscalizador e merecedor do nosso respeito pelo trabalho que desenvolveu nesses quase 3 anos de mandato.

            Parabéns nobre André pelo bom trabalho, justificando assim aquela honrosa premiação que Vossa Excelência recebeu, democraticamente, dos leitores do Blog do Lamparina no concurso FERRADURA DE OURO 2013, que tive o prazer de entregá-lo pessoalmente e que tenho absoluta certeza que você o guarda como a um troféu de muita valia!!!

 

         



Escrito por LAMPARINA às 00h40
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA



Escrito por LAMPARINA às 12h05
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COLONISMO

 

         Senhor COLONISTA, informe-se antes de deformar a opinião pública com informações incompletas. (talvez só uma tática de ilusão e deformação da verdade)

          O gestor público não pode desviar recursos de um convênio para outro na prática (em tese, pois na prática é sim possível mediante ações escusas, que caso queira se inteirar, em off, te explico como. Não o farei aqui em público porque não posso hoje provar que isso acontece por aqui), mas pode, por exemplo, se valer dos nossos recursos públicos municipais para serem usados no investimento do empreendimento desses convênios, caso o gestor assim os defina como investimentos prioritários. Por exemplo: como os repasses das verbas federais contratas para o Complexo Esportivo estão em atraso, mediante necessidade prioritária do senhor prefeito Marão Filho, ele pode se valer daquela receita auferida na recente venda de áreas públicas, para alavancar o investimento no Complexo Esportivo, no caso, na montagem do estádio.

 

          Não estou dizendo que aconteceu isso, pois no momento não tenho os dados, mas é perfeitamente possível mediante sua análise das prioridades do investimento!!!



Escrito por LAMPARINA às 21h27
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INCONSISTÊNCIA PÚBLICA

 

          Como prometido, trago agora algumas outras análises com respeito aos números apresentados pelo senhor Diogo Vicentini, secretário de Desenvolvimento Econômico, na audiência pública de ontem, que foi pra ninguém, já que o horário não permite que ninguém da população ativa acompanhe elas em horário da jornada de trabalho.

         Com todo o respeito ao senhor secretário, que é membro ativo de nossa sociedade e merecedor de tal, vir para uma audiência pública de prestação de contas públicas (mero preciosismo do termo, já que nunca tem público e os vereadores presentes, são somente para que às formalidades se cumpram) munido apenas com dados únicos do balanço dos trabalhos e das atividades da pasta, uma juntada de folhas copiadas do nosso maravilhoso feito de constar em sétimo no índice FIRJAN nacional e mais algumas outras publicidades do gênero, é um total desrespeito ao povo de Votuporanga (cujo seus dados publicados pela pesquisa Exame nos aponta como o 45º na lista dos 50 municípios mais inteligentes do Brasil) e também aos membros do Legislativo, cujo Executivo já tanto preza desmerecer e subjugá-lo aos seus desmandos, como o nosso histórico último me embasa nessa afirmação.  

          Numa pasta que administra ações da Agricultura, Comércio, Indústria, Banco do Povo, CTMO, Distritos Empresariais, Espaço Empresarial, Feira Livre, Galeria Central, INCRA, Patrulha Agrícola, PAT, Poupa Tempo, acho que seria conveniente a demonstração pública dos avanços dessas ações individuais de cada setor administrado pela pasta do Desenvolvimento Econômico, justificando assim o investimento dos nossos recursos públicos nelas. Só a título de exemplo, às ações da Patrulha Agrícola, que é um trabalho e um investimento público muito bom, o povo precisa saber dos números desse bom trabalho; o perfil de quem está se valendo das ações e do investimento (pois é um subsídio público ao produtor rural), quanta área ela serve, qual setor mais se vale dela na nossa pouca agricultura (já quase que totalmente dominada pela monocultura da cana) e dados assim possibilitados.

          Salutar lembrar que o índice FIRJAN não tem credibilidade alguma nos índices de apuração do desenvolvimento por conta de só considerar o resultado em 3 áreas de atuação: Emprego & Renda, Educação e Saúde.

          Se nos valermos dos dados da própria FIRJAN em outras áreas, poderemos ter péssimos resultados como o do IFGF – Índice Firjan de Gestão Fiscal. O IFGF é baseado em cinco indicadores, visando uma fácil mensuração da situação fiscal de cada município. Todos os indicadores variam entre 0 e 1, sendo que quanto mais próximo de 1, mais bem avaliado é o município. Resumidamente, os indicadores citados são os seguintes:  IFGF - Receita Própria: visa avaliar o grau de dependência dos municípios com relação às transferências estaduais e federais. É dada atenção a este item porque supostamente a dependência de transferências intergovernamentais dificulta o planejamento municipal, uma vez que parte significativa das receitas da prefeitura estará sujeita às decisões tomadas na esfera estadual ou federal, elevando o nível de incerteza associado à previsão da receita e à realização da despesa. Quanto mais próximo o IFGF – Receita Própria estiver de 1,00, menos a prefeitura é dependente das transferências intergovernamentais.

          Bom, nesta área de atuação do IFGF, Votuporanga teve péssimo desempenho com nota decrescente. Em 2006 tivemos nota de 0,715 e em 2013 caímos para 0,686, o que prova em gênero, número e grau, à nossa dependência das políticas de liberação de recursos de outras esferas ante a nossa fragilidade em administrar os nossos recursos próprios com boa gestão e eficiência. Isso todos nós sabemos e a administração não consegue esconder no estouro dos rojões.

          Se analisarmos esse campo da dependência governamental, Votuporanga terá ainda uma nota muito mais deficiente, pois me vali de dados públicos do site Transparência do Governo Federal (que é muito mais claro e transparente como determina o texto da Lei 12.527,) de 01/01/1996 à 17/01/2016 para esta pequena pesquisa que apontou que dentre os cinco municípios mais bem colocados em São Paulo (Rio Preto, Indaiatuva, São Caetano do Sul, Vinhedo e Votuporanga, respectivamente nesta ordem), a quinta, Votuporanga, deveria ser a primeira se tivesse revertido o investimento público per capta adequadamente. Confiram o ranking:

·        São José do Rio Preto – R$ 164.896.177,41

          População estimada – 442.548

          Total – R$ 372,60 per capta

·        Indaiatuba – R$ 114.585.569,00

População estimada – 231.033

Total – 495,97 per capta

·        São Caetano do Sul – R$ 45.512.790,22

População estimada – 149.263

Total – R$ 304,91 per capta

·        Vinhedo – R$ 22.889.904,26

População estimada – 63.611

Total – R$ 359,84 per capta

·        Votuporanga – R$ 68.991.875,86

População estimada – 91.278

Total – R$ 755,84 per capta

          Como vimos pelos dados disponibilizados no site Transparência, que disponibiliza os dados dos convênios de investimento público entre União e Municípios, Votuporanga, a 5ª colocada no ranking paulista, teve quase o dobro do investimento público federal per capta do que São José do Rio preto, a 1ª colocada no ranking.

          Como resultado de uma pesquisa de transformação de investimento público em números de crescimento, São Caetano do Sul então seria a primeira colocada, já que conseguiu transformar mais adequadamente o investimento público no crescimento do seu índice de bem estar.

          Bom, depois da Operação Fratelli e dos seus desdobramentos, não é nenhum segredo do motivo de Votuporanga ter recebido assim quantidade de recursos de forma mais acentuada, já que aqui foi descoberto o berço do crime organizado (ilações do GAECO e da PF, não minhas) e o dinheiro migrava para cá com a facilidade dos sistemas corruptivos instalados no grupo que comandava tal prática. Foi assim com recursos federais e principalmente com recursos estaduais, conforme envolvimento de agentes diretos do governo de São Paulo com a chamada Máfia do Asfalto.

          Esses dados e esses números reforçam nossa certeza de que, apesar do marketing e da propaganda da atual administração, os números não refletem esse investimento marqueteiro. O dinheiro aportou, o dinheiro foi investido e os índices são decrescentes, o que revelam nossa dependência ante ao aporte de recursos das demais esferas de governo. Precisamos adequar nossa gestão pública ao nível de independência, para que possamos de fato termos bons resultados sentidos pela população. Índices que não revelam isso ao cidadão de fato, é mera balela da politicagem.

           Como cidadão, gostaria de pedir gentilmente ao também cidadão imbuído de função pública, senhor Diogo Vicentini, que tenha mais respeito pela administração pública e pelos demais cidadãos de nossa cidade, fazendo real prestação de contas da sua pasta, com dados e números das ações e de como elas estão impactando e transformando nossas vidas. Assim também estendo o ensejo aos demais membros da nossa administração pública municipal!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por LAMPARINA às 14h13
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CONVITE

 

          Como é do conhecimento público que encabeço um grupo que está reestruturando o PSOL em Votuporanga visando à participação da legenda no processo eleitoral deste ano, venho agora dar ciência dos nossos passos futuros para a expansão desse grupo e a construção de uma plataforma de governo para tal.

           Acreditamos que o envolvimento e a participação popular seja a única forma de mudarmos um contexto que atualmente nos desfavorece. A população de Votuporanga não se faz representada nas decisões e nas prioridades da aplicação dos seus recursos públicos. Na contramão disso, os atos de 16 anos do governo que aí está nos embasam na afirmação absoluta de que uma minoria bem relacionada e com tentáculos muito arraigados tomou posse do poder municipal e se serve dele, assim como só a eles o interesse público serve, preferencialmente, e depois o restante se tiver saldo, fôlego e tempo.

          Participar das decisões, se envolver no processo eleitoral e conhecer seus meandros é a forma mais expressiva da representação popular. A população de Votuporanga não pode ficar em casa assistindo os dominadores apertarem as peias em suas canelas. Precisa ocupar o espaço dos bons na política, o espaço da cidadania e da participação. Quando não ocupamos esses espaços, este fica vago e ao alcance do oportunismo, dos aproveitadores e dos que só planejam tirar algum proveito da proximidade com o poder.

         É com estas convicções que o PSOL- Votuporanga convida a todos que quiserem participar das nossas decisões políticas, para se juntarem a nós numa reunião que será realizada dia 26/01 (próxima terça-feira) no plenário da Câmara Municipal de Votuporanga (Casa do Povo), às 19:00.

          Quem tiver interesse em concorrer ao cargo legislativo, que nos procure lá na terça-feira. Se você não tem pretensão de concorrer ao pleito, mas quer participar do processo de montagem do grupo, apareça por lá, não precisando filiar-se ao partido caso não queira a vinculação partidária. Nós queremos só a sua participação, sua ajuda com ideias e mobilização para disseminarmos o que em grupo será decidido.

           Agora, se você quer concorrer ao cargo de vereador ou quer filiar-se ao partido e estar vinculado ao nosso idealismo de envolver as decisões políticas em práticas licitas, rompendo com tudo que hoje se observa no meio, compareça nas dependências da Câmara Municipal na terça-feira 26, munido do seu título de eleitor para que possamos preencher a ficha de filiação. É necessário que o eleitor não tenha registrado na Justiça Eleitoral nenhuma outra filiação partidária, para que não incorra em dupla-filiação. Caso esteja filiado em outro partido, é necessário a desfiliação para a nova filiação ao PSOL.

            Só poderemos mudar as práticas ruins do meio político, se delas nos livrarmos. Precisamos da ajuda de todos para que possamos mudar essas práticas. Não basta reclamar que a política é suja e que os políticos são ruins, se não efetivamente nos apresentarmos para a construção das boas práticas que conduzem à representação das nossas aspirações comuns.

         Portanto, assegure duas horinhas da sua extensa jornada de afazeres e na próxima terça-feira venha participar da gestação dessa nova forma de fazer política comprometida com a representação popular e não com os muitos interesses de alguns poucos bem engajados.

          Esperamos a sua participação. Até lá!!!

        

           

 

           



Escrito por LAMPARINA às 21h17
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA



Escrito por LAMPARINA às 21h02
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ARENA

 

          Eu gostaria de ter alguma coisa legal pra dizer sobre a inauguração do novo Estádio Plínio Marin, agora, nova ARENA Plínio Marin, conforme determinação midiática dos novos tempos nesta reclassificação. Confesso que preferia o termo estádio, que demonstra mais significativamente um local amplo para a prática de esportes, como de fato deve ser a pratica esportiva, devidamente condicionada ao desporto (leia-se: toda a forma de praticar atividade física que, através de participação ocasional ou organizada, visa equilibrar a saúde ou melhorar a aptidão física e/ou mental e proporcionar entretenimento aos participantes)

          Arena é um termo que me aduz às batalhas, o que contradiz completamente o desporto e nos remete aos tempos atuais, onde os estádios viraram campos mortais de batalhas reais, vide último combate em Mogi das Cruzes, que por pouco não gerou uma nova tragédia do esporte bretão.

          Fui piolho de estádio, como se diria há alguns anos atrás de alguém que vive dentro de um. Como nasci e me criei nos arredores do velho estádio Plínio Marin, sempre que ouvia o som do batido da bola, pra lá corria eu pra ver o espetáculo. Da minha casa se ouvia nitidamente aquele som do impacto da bola com o pé do jogador. Quando se chutava uma bola na trave e ecoava aquele som de um batido seco em metal, da minha casa se ouvia o grito da torcida por mais um quase, se fosse um jogo oficial da extinta AAV.

           Conheci vários tempos de glórias e fracassos dessa extinta AAV. Vivenciei tempos de grandes ídolos e craques de um futebol (quase) profissional que era duramente disputado entre cidades do interior, como que cada uma carregando o sangue do seu povo e da sua gente no brasão da equipe de futebol da cidade.

            Craques do meu tempo que por aqui passaram em diversos tempos como: França, Toninho Cajú, Wilson Luiz, Advilson, Valô, Mauro (um dos melhoras zagueiros que já vi jogar por aqui e que fazia dupla perfeita com Ricardo na zaga central), Silvinho, Serginho Brasília, Araci Robô, Ricardo, Mário Celso, Vergílio, Beto Rocha, Roberto Biônico (mesmo veterano quando passou por aqui, o melhor centroavante que aqui já pôs os pés), Volnei, Tecão e tantos outros lembrados ou não, nessa mínima retrospectiva. Pratas da casa aqui também se formaram, como o grande goleiro Ordalino, orgulho nosso sempre ver a bola se encaixar em suas mãos como se tivesse cola nas luvas, mesmo naquelas quicadas da bola no terreno adverso da área do goleiro, que nem grama ousa vingar naquele talhão, tendo o goleiro que se virar com a inconstância dos tiros contrários. Mas, o Ordalino era prata da casa e conhecia até o quicar dela no seu terreiro – Ahhhh os críticos que pregavam a desvalorização do tesouro plantado no fundo do quintal diziam que ele saia mal do gol. Mero preciosismo dos contrários para um goleiro seguro, de boa envergadura e elasticidade que pegava tudo dentro da sua meta. Me faz ainda lembrança dos jogos em que eu assistia sempre na companhia próxima do seo Vicente, pai do Ordalino, um senhor pacato, sempre acompanhado daquela almofada que ele levava para o estádio assistir os jogos da Alvinegra (sempre no péla-porco) e as grandes defesas do filho atleta. Por certo algum dia o seo Vicente deve ter lhe advertido dos dissabores de ser boleiro no interior, ainda mais um goleiro. Me faz lembrança também a cara do seo Vicente para alguém que criticasse a atuação ou algum lance do seu rebento.

          Na década de noventa, além de piolho de estádio e torcedor fervoroso da Alvinegra, também por algum tempo fui o motorista do ônibus que em algumas ocasiões era recrutado para cumprir o contrato, que era de uma empresa de ônibus local, mas quando eles não tinham carro para mandar, subcontratavam o que eu trabalhava. Por diversas vezes então acompanhei o futebol de dentro pra fora, desde o embarque no portão do estádio até a preleção do técnico nos vestiários. Aí descobri que jogador de futebol é a pior merda que se pode existir no mundo. Milongueiro, fiteiro, intrigueiro, mascarado, um egocêntrico por natureza, isso num timeco decadente de segunda divisão. Fico imaginando então o mundo dos grandes e milionários craques da bola, quase sempre emergidos de situações sociais muito humildes, num país onde pobre não tem preparo outro além de se conformar com a pobreza reinante. Quando se descobrem donos da bola e do mundo, devem se tornar seres muito piores do que alguns que conheci aqui pelos vestiários da Alvinegra na década de 90.  

          Fui atleta amador e por lá também me apresentei em algumas ocasiões. Campo pesado e de grama fofa com a largueza de espaço para o talento. O talento eu até tinha uma dose, mas o preparo físico foi me abandonando com a entrada no mercado de trabalho ainda muito jovem e às obrigações outras que vieram. Mas, tive a sorte de jogar ao lado de alguns craques do amadorismo local, alguns até que tentaram a sorte no duro futebol profissional, como o Marquinhos Aritana e o Bebê, que por uma ou duas temporadas ocupou a lateral direita da Alvinegra. O Marquinhos Aritana certamente foi o nosso maior craque dessa geração e por motivos ignorados, não teve o merecido destaque. Para quem jogou ao seu lado, meu caso, sabe que ele foi um grande craque criativo, além de uma excelente pessoa dentro e fora do campo. O atleta com calor de disputa e convicção do desporto, leal, motivador e incapaz de um ofensa a um companheiro, ou deslealdade ao adversário, mesmo sendo muito caçado em campo por ser craque de habilidade incontestável no trato a bola.

          Termos um estádio em formato de anel sempre foi o sonho por aqui, sonho que nunca se realizou e parece estar muito longe de se realizar, pois a inacabada ARENA Plínio Marin tem o projeto de se tornar anel, mas por hora ficará só no projeto, já que as condições do seu empreendimento foram se agravando e o estádio será inaugurado com metade da sua capacidade prevista no projeto original.

          A vivência cidadã e o conhecimento ideológico me fizeram um crítico do futebol profissional e das suas armadilhas de manobrar a massa. Entendo o empreendimento desta nova ARENA como sendo só mais uma dessas armadilhas, inoportuna e devidamente marcada pela falta de compromisso do nosso gestor Marão Filho, com o investimento do dinheiro público onde ele se faça mais prioritário.

          É lamentável que assim ocorra, mas espero, como crioulo dessas plagas, que isso um dia mude, para que os das gerações que vierem depois da minha possam ter também boas lembranças dessa ARENA, assim como tenho do velho Estádio Plínio Marin, apesar de tudo... Digo isso porque não é de hoje que usam o futebol profissional para manobrar a massa. Sempre foi assim e acho que sempre será!!!

 

       



Escrito por LAMPARINA às 13h10
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