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BLOG DO ROBERTO LAMPARINA
 


BBB DOS VENTOS

 

 

          Como observador de longa data da movimentação política das tais “lideranças da cidade” na área, não é difícil de notar a forma tacanha que usam para fazer política se valendo de métodos mesquinhos e notadamente perceptíveis... Lógico, se não fôssemos uma cidade completamente mergulhada na falta de horizontes e possibilidades outras. Então fica fácil de fazer política para os caipiras da terra e, toda e qualquer armaçãozinha é facilmente usada para enredar o pobre do cidadão idiotizado pelos interesses maiores em jogo.

          Um colega da imprensa me chamou à atenção para como costumeiramente procedem essas lideranças: quando chega alguma mixaria por aqui vinda do governo estadual (que realmente tem sido bem pouca) as tais lideranças acendem o foguetório e gritam na mídia escrava - em todas as versões -, que o dinheiro veio da colossal dinastia tucana no poder em SP, pelas graças do deputado Carlão Pignatari. É do conhecimento até dos seres microscópicos que mais ou menos setenta por cento de todo dinheiro que chega para obras na cidade - além dos muitos convênios de gestão -, é do governo federal, mas quando chega este montante enorme de verbas públicas (que é nosso dinheiro público, igualzinho aquele que chega pelo governo de SP) pelo governo federal, hoje com o PT, as tais lideranças mudam um pouco o modelo de recepcionamento. Aí é simplesmente uma grande conquista do deputado Dado em Brasília, devido seu enorme prestígio e trânsito por lá.

          A milonga é lançada e como ninguém levanta o dedinho pra falar a verdade, assim sempre acaba ficando.

          O fato é que este tipo de joguinho de faz de conta sempre foi comum por aqui, justamente porque falta disputa política e esta falta reflete na unilateralidade de tudo, onde até as mentiras, ou meias verdades, estão a serviço de um único grupo.

          Quando eu editei o LAMPARINA NA RUA – O quinto poder, flagrei um lance que ilustra bem estas pequenas artimanhas desse grupo político, onde a placa da obra da reforma da rodoviária que informava o investimentos dos governos estadual e municipal estava bem visível e iluminada na frente da entrada da rodoviária, mas a placa do governo federal estava jogada debaixo de uma árvore nos fundos da rodoviária. Tivemos que virar ela para poder fotografar.

          O fato é que, coincidentemente, já tivemos um período em que os três níveis de governo esteve nas mãos do PSDB. Uma postagem no Facebook do meu amigo Sebastião Zuchetti, conhecido popularmente por Tião do Gás, me chamou a atenção para uma curiosidade, pois esta desafia os leitores de boa memória para que apontem uma obra de tijolo e cimento feita aqui nos 8 anos do governo FHC, coincidentemente tendo feito barba, cabelo e bigode por aqui nos 2 primeiros anos do  governo Carlão.

          Confesso que me apliquei no vale a pena ver de novo e não consegui lembrar de nenhuma assim de real relevância, tipo os milhões que o governo do PT tem mandado e bancado algumas faraonices do atual prefeito Marão Filho do PSDB.

          Mas, o desafio está aí valendo para os leitores de boa memória, e pode ser expansivo para além dos meus 7 ou 8, podendo chegar aos outros 2 ou 3 que costumam passar ocasionalmente por aqui pra dar uma espiadinha... Bem eventual... Quase nunca... De vez em quando...

           Vai tá bom, sabem muito mais o que tá acontecendo no Blog do que eu, que vivo pelo mundo!!!

 

          



Escrito por LAMPARINA às 19h48
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MAIS DO MESMO AINDA

 

           Depois do recesso, licença médica do nobre edil Meidão por 29 dias (exatamente para que o suplente não precise assumir a cadeira, conforme reza regimental), noite tranquila na Casa do Povo.

          Basicamente todos os edis concentraram suas falas no condenatório daquele muro que a ALL está fazendo no perímetro urbano mais crítico que cruza a cidade, com o nobre edil e agora candidato a deputado estadual Osvaldo Carvalho afirmando que o muro não resolverá, apenas esconderá o problema daquele local, sugerindo outra solução definitiva como a construção de passarelas.  (já que a transposição parece ser uma ação inatingível hoje)

           O nobre edil Pedro Beneduzzi falou também do muro que não tem serventia alguma e seguiu falando dos acessos da Péricles Belini, dizendo que sempre baterá na mesma tecla até que esteja de fato resolvido o problema.

           O nobre edil Jura falou da sua eficaz fiscalização na questão dos buracos existentes no piso da Praça São bento e disse que a Secretaria da... (do incrível Marcelino Poli, sem bunda grande...) já deu uma “ajeitada” (um tapa...), mas depois de uma noite de feira, alguns buracos já foram notados, devendo o assunto ser discutido com os feirantes para que a solução seja encontrada e se perfure os locais exatos das necessidades das montagens das barracas sem que isso cause dano ao piso. Saudavelmente, já que Democracia é isso (termo que ele mesmo é descolado em externar), o nobre Jura reclamou do teor de um editorial (muito bom, diga-se de passagem) assinado pelo Jornalista Ademir Terradas, sob o título “MAIS DO MESMO”,  do jornal Diário da Região de Votuporanga publicado em 19/07 último, onde o nobre edil discordou das principais conclusões do jornalista sobre a baixa produtividade  e sobre a quase unilateralidade na Casa , dizendo que tem sim uma corrente oposicionista  representada por ele (14 x 1... O Jura deve ter achado os 1 x 7 da Alemanha pouco...) e que o trabalho legislativo está bem representado pela produtividade dos nobres edis. Aproveitou também para contestar um comentário feito por este blogueiro numa das postagens da mesma reportagem numa página do Facebook (espero que o nobre Jura também não me processe, pois teria que entrar numa fila chata...). O nobre edil Douglas Lisboa pediu aparte e sendo contemplado com o tempo cedido pelo colega, gastou-o desnecessariamente naquela velha oferta dos sem argumentos – Na próxima, candidate-se e venha fazer melhor!!! (depois dessa, tive absoluta certeza de que eu e o Ademir vamos pro céu sem passar nem pelo purgatório e se o argumento dos demais for o mesmo, nem meu empenho e nem o do Ademir fará o milagre de tornar a Casa produtiva de fato. Se o nobre edil tivesse contado até dez, ou ido tomar um leitinho queimado na coxia, teria saído no lucro)

         O nobre Silvão, na condição de defensor-mor da administração, não foi atacado e nem precisou defender sua bandeira, atendo-se aos assuntos menos rugosos.                    

          O também nobre André da TURA veio munido de algumas fotos da sua ação parlamentar em campo e mostrou-as, concluindo assim o passeio fotográfico no telão, com a afirmação documentada por uma lombada sem sinalização, de que o centro da cidade está bem sinalizado, mas a situação nos bairros é precária.          

          Destaque para a aprovação unânime do Projeto de Lei Complementar 015/2014, que decorre de determinação prevista na Lei Federal 12.994 de 17 de Junho de 2014, que cria o piso salarial profissional nacional e, diretrizes para o plano de carreira dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate de Endemias. (parabéns à categoria pelos avanços conquistados no atual governo trabalhista do PT)

          No mais, a festa ficou por conta do sortudo da noite, Douglas Lisboa, que recebeu finalmente a maravilhosa camisa que merecidamente ele papou no Bolão do Lamparina. Detalhes fotográficos abaixo confirmam a felicidade em cólicas do nobre edil, sem Ki-suco e sem guloseimas, pois ainda não comprei meu primeiro pé-de-carneiro para o empreendimento da minha empreiteira. Quando isto se tornar fato, estou em dúvida se coloco o nome de Lamparina Participações ou Lamparina Empreendimentos.

 

 



Escrito por LAMPARINA às 11h51
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O VIZINHO

 

          Eu tenho um grande trauma infantil, que me acompanha desde os meu 5 ou 6 anos de idade. Para quem não conheceu Votuporanga há uns 40 anos atrás, conforme se descia a Rua Tocantins no quarteirão seguinte do Largo da São bento (como diziam os antigos), sentido a das Américas, às residências iam raleando e existiam pequenas chácaras tomando espaço do que seria hoje uns 4 ou 5 terrenos mais ou menos.

          A primeira chácara nesta rota era a do Capitão Almeida, que ficava na esquina da Tocantins com Iguaçu, com árvores enormes rodeando a casa e que não permitiam que nunca pegasse sol nela. Era absolutamente sinistra e sombria, só de passar em frente dava calafrios.

          Naquele tempo não existia esse pânico de hoje, em que nos achamos seguros criando nossos filhos trancados dentro de casa e jogando vídeo game horas e horas sem sair da frente do computador.

          Pouca era a frota de carros na cidade, famílias mais numerosas e a molecada enlouquecia as mães, portanto, lugar de moleque era na rua jogando bola, andando de bicicleta (com os pouquíssimos que tinham uma entregando ao revezamento dos colegas), jogando bets e saindo para comprar coisas para a mãe na rua a todo momento. Sim, porque tudo era longe e localizado perto da área central da cidade. A padaria mais perto de casa era a Progresso na Rua Pernambuco (antes mesmo do seo Mário Canas adquirir o comércio) e o dia que não tinha pão caseiro feito pela mãe, era lá o único jeito de comprar pão. A loja de utilidades mais perto na época era o armarinho do seo Walter, que depois ficou conhecido por Walter da Soberana, que era o nome do seu armarinho que ficava bem no cantinho da Praça São Bento, onde hoje é a sorveteria Cremão e era lá que minha mãe comprava a tralha de costura dela, pois era ela quem confeccionava nossas roupas, como toda família remediada da época.

          Quando faltava alguma coisa na dispensa de casa, a ordem era correr na Casa Horizonte (mercearia do seo Donato Laridondo, se fosse pouca coisa) e no atacadista (que também vendia no varejo) J. Alves Veríssimo (se fosse muita coisa), pois o mercado mais perto de casa era o Luzitana, que segundo meu pai dizia, matava-a-faca nos preços. Naquele tempo as pessoas se conheciam e eu acho que nunca fui atendido no balcão do Veríssimo, pois já entrava e ia direto à mesa do Senhor Eduardo, que na época era o sub-gerente do Veríssimo, um português careca, de vasto bigode, com sotaque forte e muito brincalhão, que vivia com uma caneta equilibrada atrás da orelha. Ele mandava alguém separar a lista que eu levara feita pela mãe e falava pro balconista – Marca tudo aí pro espanhór!!!

          E toda hora - entre uma viagem e outra no centro da cidade -, passando defronte aquele casarão assombrado (nos meus pesadelos de criança) do Capitão Almeida, sempre com ele sentado o dia todo numa cadeira. Lembro como se estivesse vendo agora aquele velho gordo usando uma camiseta branca sem mangas (que se usava antigamente por baixo da camisa de costura) e suspensórios, dia após dia sentado naquela cadeira ali na varanda sem sol da casa.

          Mais grave ainda era se eu estivesse na companhia do meu pai e ele resolvesse passar na casa do Capitão Almeida para visitá-lo (sim, porque antigamente as pessoas se conheciam e se visitavam, principalmente os mais novos cuidando da saúde dos mais velhos). Aí o pai perdia o companheiro, pois eu sempre arrumava bem rápido uma desculpa para poder voltar pra casa e fugir do pesadelo de ter que entrar naquela casa mal assombrada.

          Conforme fui ficando mais velho fui perdendo o pânico daquela casa assombrada e dos terríveis fantasmas que pareciam habitá-la.

          Já faz muito tempo que a velha casa foi demolida, aquelas árvores enormes arrancadas e o que um dia foi à chácara do Capitão Almeida, hoje é uma área toda construída, ficando aquele tempo só guardado na minha memória. Aquele vizinho velho, esquisito e gordo que morava naquela casa sombria não mais me assusta. Mas, tenho outro vizinho querendo compor o roteiro dos meus pesadelos para a minha terceira idade. Ele é magro e também vive sentado numa cadeira sem nunca sair dela. Nem para saber o que está acontecendo à sua volta...

          Ou será que finge que não sabe?!?!?!

 

 



Escrito por LAMPARINA às 13h28
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CABO-DE-GUERRA

 

 

           Em política, dizem os especialistas, nada como um dia após o outro.

          A teoria volta e meia se faz presente nas ações - às vezes imperceptíveis -, dos habitues do gênero.  

          Para quem se lembra da inauguração da ETE, onde o deputado Carlão Pignatari tomou o microfone para si e totalmente descontrolado saiu atirando para todo lado no governo federal, tendo de quebra atingido no tiroteio todos os ex-prefeitos ali presentes (Dalvo Guedes, Mário Pozzobon e Atílio, Pedrão) ao dizer que aquela obra não saiu antes porque teria faltado vontade política para realizá-la. Pois bem, hoje pela manhã na abertura oficial da campanha política dos candidatos à reeleição Carlão e Dado, entre convidados ilustres, políticos da região e mídia local, o ex-prefeito Pedrão Stefanelli tratou de (ao seu modo bufanesco) devolver a alfinetada no “parceiro” Carlão Pignatari.

            No uso da palavra, perdido em sua narrativa de elucubrações elogiosas aos integrantes do grupo político que manda na cidade, o velho ex-prefeito (conhecido publicamente como o prefeito “Viúva Porcina”, aquele que foi sem nunca ter sido, já que os que eternizam a história diziam que o vice mandava mais do que ele) cometeu a indiscrição de dizer aos presentes que o prefeito Marão Filho seria (na valorosa opinião dele, obviamente) o melhor prefeito do mundo e de todos os tempos.

           Imediatamente alguns presentes (só os que se tocaram da agulhada ingênua do bufanóide) perceberam o olhar de paisagem do deputado Carlão (o dono do grupo, do mundo, de tudo e de todos), naquela inevitável busca de concentrar o olhar em algum ponto invisível do espaço, o que é quase comportamento típico de políticos constrangidos quando está em cena no palco.

          Bom, sem ficar vermelho, o agora vingado Pedrão seguiu com o show e a nós, meros expectadores do espetáculo, resta-nos à eternização do fato.

          Certamente deverá haver tréplica... O problema é que a forma de fazer política do deputado Carlão Pignatari não costuma dar outra oportunidade para o alvo (que daquele tamanhão, nem querendo errar não se erra!!!).

          O episódio é só mais um lance hilário do cabo-de-guerra silencioso e invisível que as forças políticas da cidade estão travando, onde mesmo puxando para o mesmo lado, os notórios líderes tentam se colocar adiante no governo da corda!!!

 

    



Escrito por LAMPARINA às 14h11
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA



Escrito por LAMPARINA às 11h52
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA

APENAS PARA RELAXAR O ESTRESSE DO DIA-A-DIA, UMA VELHA BRINCADEIRINHA DE PASSA-ANEL CAIPIRA DA TERRA DA TURMA!!!




Escrito por LAMPARINA às 14h09
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DOI/CODI DAS BRISAS

  

 

          Eu sou nascido em Votuporanga e aqui resido no mesmo endereço onde nasci há mais de 45 anos, bem próximo dos 46. Sou filho e neto de pioneiros e aqui também segui minha vida de cidadão comum, exatamente como os sete ou oito que estão me lendo agora.  

          Desde 1997 escrevo - na qualidade de articulista voluntário -, para jornais daqui e da região. Tirando duas situações inusitadas onde pessoas públicas daqui se enxergaram em minhas criações artísticas denominadas TURMA DO CHUPIM $ CHUPÃO, criações estas advindas de uma produção literária denominada “O BEIJO DOS VAMPIROS À LUZ DE LAMPARINA” - devidamente esclarecidos os referidos episódios -, ao longo desses muitos anos de exposição pública nunca tive qualquer tipo de problema legal com meus pensamentos transcritos e eternizados aqui nesta minha jornada de modesto formador de opinião.

          Com domicílio internético que remonta dos tempos em que a mesma era tocada à manivela, estamos tentando mudar uma dura realidade que nos assola hoje, a crueldade interesseira da unilateralidade da via política e a do impedimento de qualquer força que milite na conscientização da população para todos os males que esta ação proporciona ao interesse público. Talvez esta militância incansável tenha sido o real motivo para que forças contrárias - que querem a permanência de tudo como está -, estejam tentando calar este blogueiro.

          Com minha exposição ao público recebo diariamente ataques frequentes contra minha honra e a da minha família, ataques criminosos e claros vindos sempre de adversários (que sequer têm a grandeza de se nomearem, para que assim possam seguir extravasando seus atos covardes de incapacidade e falta de criatividade) no campo ideológico e político. Olho isso com naturalidade e sei que aqueles que não têm argumentos para combater minhas ideias se valem dessa prática para tentar me provocar e me levar ao terreno deles, à lama. Sempre estive acima disso e sei bem quem sou e onde tenho que chegar, por isso sou blindado contra calúnias e difamações, não tendo elas o meu alcance.

          Mas, parece que tem gente que ainda se apega a isso... Talvez porque não tenha certeza de quem seja, ou não se garanta no quesito honradez. Talvez só esteja se valendo da prerrogativa para tentar me “engessar” e me trancar dentro das armadilhas do sistema “judicialista” brasileiro, que oprime e persegue os fracos, alimentando a impunidade dos que podem pagar para fugir dos seus rigores.

          O fato é que os Senhores Promotores de Justiça de Votuporanga na pessoa do Doutor José Vieira da Costa Neto e outro (nestas 2 intimações desdobradas  e mais duas que ainda não recebi, mas devem estar a caminho vindas da parte de outro Promotor, que publicarei assim que recebê-las), enxergaram nos meus escritos alguma coisa que os motivou a me acionar juridicamente por calúnia e difamação.

          Sempre assinei debaixo daquilo que penso e torno público. Sempre estarei aqui pronto para defender meu ângulo de visão e minhas convicções, mas jamais me submeterei calado a qualquer armadilha “judicialista” vinda de onde vier. Este tem sido o meu papel e tenho cumprido ele a risca. Azar de quem não cumpre com seu e fica tentando encobrir esta negligência numa cortina de fumaça.

          Quero encerrar este texto reafirmando para os meus adversários, QUE NADA DO QUE VOCÊS FIZEREM ME IMPEDIRÁ DE SER UM POSSÍVEL PRÉ-CANDIDATO AO PAÇO MUNICIPAL EM 2016. Tenham isso por certeza absoluta. Não haverá mecanismo jurídico algum capaz de me engessar ou à minha militância solitária (por enquanto), pois vocês - como conhecedores da história -, deveriam saber que se TIRADENTES, o Mártir da Inconfidência Mineira e do Brasil, não tivesse sido enforcado, esquartejado e exposto em praça pública aos pedaços, teria morrido anonimamente como qualquer alferes do seu tempo, não tendo se tornado o Mártir Nacional que ultrapassou as fronteiras do tempo e estará gravado para sempre em nossa História.

           Vossas ações de intenções ainda dúbias será o fermento que fará meu pão crescer!!!

          Gostaria de salientar também que já sou um prisioneiro das minhas convicções e que além desta prisão também estive preso na cabine de um caminhão nos últimos vinte anos. Eu levanto pela manhã e sei exatamente desempenhar o meu trabalho - não precisando de ninguém me dizer o que é preciso fazer -, o que me dá o sustento e que me mantém distante dos corruptos e corruptores. Azar de quem se associa a eles por não ter este discernimento e nem esta capacidade.

          Caso vocês consigam plenitude na ação pretendida, será um prazer ser “PRISIONEIRO POLÍTICO” do vosso cárcere em tempos onde a Democracia deveria ser soberana, estando o direito à livre expressão e pensamento - que deveria ser exaltado e exemplificado -, no bojo prioritário dos esforços totalitários de meios de censura que não mais são cabíveis na sociedade em que vivemos nos dias de hoje. Hoje, a postura deveria ser a de convocação participativa e crítica, não a do impedimento e de censura por qualquer mecanismo que seja.

          Censura, de qualquer que seja à forma, nunca mais!!!

         

         

         

         

 

 

        

 


         

         

         

         

 

 

 

        



Escrito por LAMPARINA às 21h00
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RICOTA

 

          Cabôco de sorte esse Douglas Lisboa... Parpitada certeira no Bolão do Lampa de domingo e papou o prêmio mais desejado dos últimos anos aqui pela população da capital da ventania. E não adiante neguim vim choramingando que o resultado vencedor deveria ter sido o da final da prorrogação, pois estava no regulamento que seria o vencedor dos 90 minutos. Não tenho culpa se o regulamento estava em letras tão miudinhas que vocês não conseguiram ler (tática de financeira), mesmo porque ninguém costuma ler esse tipo de regulamento, então melhor que ninguém leia mesmo.

          Gostaria também de parabenizar a “parpiteira” Cleusa Borges, que teria sido também a única ganhadora caso o resultado do bolão fosse o da final da prorrogação.

          Estou sendo acusado indevidamente por alguns levianos aí de manipular o resultado do bolão para que o nobre Douglas Lisboa levasse o prêmio e eu tirasse dividendos políticos do evento de entrega, ficando um tucano obrigado a vestir a camisa do Lampa e ainda modelar di grátis. Não tinha pensado nessa possibilidade, mas acho que foi só um golpe de sorte do destino e mais ainda do grande vencedor do bolão.

          Mas, sendo o vencedor um ilustre e importante edil, bem que ele poderia convocar uma sessão solene aos moldes daquela que o colega Meidão (nossos votos de pronto restabelecimento ao nobre edil que se encontra enfermo) convocou para entregar o prêmio de cidadão votuporanguense ao então respeitado empresário Olívio Scamatti. O Ki-suco e demais atrativos gastronômicos da festa acho que consigo em doação por aí.

          Eu admiro muito pessoas de sorte. Deve ser porque a sorte não costuma me acompanhar quase nucna. Eu nunca ganho nada em jogo de espécie alguma, sendo o tal pé-da-Sibéria. Para que vocês tenham uma ideia, eu não consegui assistir nenhum jogo completo da seleção, pois sempre alguma coisa acontecia e me deixava impossibilitado. O único que consegui assistir foi o jogo contra a Alemanha e viram no que deu. Acho que não foi nem o Júlio rebote César, nem o homem invisível Fred, nem o incrível bundudo Hulk e nem a falta do Neymala que secou a seleção, fui eu.

          Meu primeiro e único grande prêmio ganhado em sorteio foi em 1987. Me lembro como se hoje fosse, numa festa junina no TG 02088, onde um dos atiradores, meu falecido irmão de armas Danilo Galera, havia doado uns brindes do laticínio da família dele para serem sorteados durante a festa e este “sortudo” aqui ganhou 1 kilo de ricota Só-Nata.

          Ricota... Tem muito pobre que não sabe nem que gosto tem ricota, justamente porque o nome já começa com rico e pobre é preconceituoso.

          O fato é que eu sou pobre, não o preconceituoso, mas pobre, e pobre além do preconceito, não tem paladar refinado para produtos requintados.

          Moral da estória, o quilo da ricota ficou lá na geladeira de casa até embolorar e ninguém comeu. Ainda tive que aguentar as reclamações da minha mãe dizendo – Quem foi o fdp que trouxe esse queijo ranço pra casa?!?!?!

          Pra saber se alguém é realmente pobre com certificado de qualidade mesmo, basta aparecer de surpresa em sua casa na hora do café da manhã. Pois, pobre que se preze só toma mesmo é aquela xicarazinha de café preto e um pão com margarina. Caso seja aquele pobre de elite mesmo - tipo carteirinha de pobre remida -, o pão é amanhecido e esquentado espetado direto no fogareiro do fogão.

          Aí é pobre com certificado de qualidade e garantia de fábrica!!!

       



Escrito por LAMPARINA às 13h30
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA



Escrito por LAMPARINA às 00h50
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PAGANDO A CONTA DO BOLÃO...

EU FIQUEI DEVENDO A FOTO DA CAMISA GANHADA ONTEM NA PROMOÇÃO BOLÃO DO LAMPARARINA PELA "PARPITADA CERTEIRA" DO NOBRE EDIL DOUGLAS LISBOA, PORQUE A AMARELINHA ESTAVA ENTREGUE AO DEPARTAMENTO DE ARTES DA LAMPARINA CORPORATION. MAS, AGORA VOCÊS JÁ PODEM VER O PRÊMIO MARAVILHOSO QUE DEIXARAM DE FATURAR.
PARABÉNS NOVAMENTE AO PARPITEIRO Douglas Lisboa. CABRA DE SORTE, HEIN???




Escrito por LAMPARINA às 19h31
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BOLÃO DO LAMPARINA

  

          O Blog do Lamparina premiará o acertador do resultado do jogo entre Alemanha e Argentina com uma linda camisa do Brasil (comprei bem na promoção, pois não tá valendo mais nada e o brimo da loja ainda me deu um descontinho), oficial da CBF, sem numeração e tamanho G.

          Para participar gratuitamente da brincadeira basta que os leitores deixem anotados os palpites em comentários.

          Os leitores exclusivos do Blog não poderão participar, pois a configuração de comentários do blog está aberta e não traria transparência à brincadeira. Portanto, somente os leitores do Facebook poderão participar.

          Caso haja mais de um ganhador, haverá sorteio para decidir quem levará o maravilhoso prêmio.

          Participem e boa sorte!!!                             

 

 



Escrito por LAMPARINA às 17h31
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AMNESIA MIDIÁTICA

 

          Quem ler esta matéria de jornal: http://www.diariodevotuporanga.com.br/mm/index.php?_path=opiniao&id=4021, certamente nada entenderá dos dados que a mensagem tenta passar, pois ela anota uma experiência privada que descobriu que é possível sim o equilíbrio financeiro nos atendimentos SUS se valendo da “generosidade” da Tabela SUS para os atendimentos em alta complexidade.

          Até aí tudo beleza, pois o jornalista até pega uma carona na matéria para exercitar seu lado “personal assessor de imprensa da Turma” (já em campanha novamente, e de novo se valendo dos degraus da santinha misericordiosa para fazer um novo super-empresário milagreiro dos ventos sentar na cadeira de prefeito). Eles contam com o nosso esquecimento público.

          Acontece que este blogueiro tem cabelos brancos, mas ainda uma boa memória e se lembra do dia em que lá estava sentado na sessão da Câmara Municipal (num dia de 2012) e assistiu a leitura do deprimente (e contraditório) relatório da Santa Casa enviado ao Poder Legislativo, protocolado pela Santa Casa depois que o vereador Meidão leu em tribuna um ofício enviado pelo então presidente do corpo clínico da Santa Casa, Dr. Marco Aurélio Nascimbeni, nos revelando toda falta de sintonia existente entre administração e corpo clínico do hospital, que segundo este ofício do respeitado médico, o corpo clínico nunca foi ouvido e nem chamado a participar das decisões daquela administração. Neste mesmo relatório a então administração (Luiz Liévana e Mário Bernardes) aponta a alta complexidade como deficitária e causadora do rombo de 25 milhões no caixa da santinha, além de anunciarem o fechamento do serviço de neurocirurgia, como vemos aqui nessa outra matéria: http://www.acidadevotuporanga.com.br/local/2012/08/santa-casa-justifica-deficit-de-r-25-mi-a-vereadores-n11623 .

          Com o maior descaso desse mundo, a então vereadora Encarnação Manzano leu parte do relatório, e como presidente da comissão de saúde na Casa, se declarou desconhecedora do assunto e enterrou-o como a um defunto indigente.

          Agora, uma reportagem de um grande jornal de circulação nacional faz referência a esta bem sucedida experiência em gestão SUS e o nosso personal assessor de imprensa corre logo fazer uma correlação local como se aqui tivesse acontecendo o mesmo. Ué, mas a neurocirurgia local (alta complexidade) não fechou porque era deficitária e causou rombo milionário na Santa Casa??? Só DEUS na causa!!!

 

          Oras senhores leitores, a nossa mídia local vos chamam de idiotas diariamente e vocês respondem com o silêncio. Será que são???



Escrito por LAMPARINA às 18h43
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA



Escrito por LAMPARINA às 02h08
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GATO DE ARMAZÉM

 

          Era uma vez um gato de armazém chamado Zé. Ele não era um gato gordo, pelo contrário, aparentava até já ter sido famulento algum dia. Quando foi colocado no posto de tomar conta do armazém era um gato audaz e ligeiro que vivia correndo atrás de todo e qualquer invasor que atentasse contra o seu armazém, principalmente contra um ratinho aleijão e seu filho, que se viam gregos correndo pra todo lado e tentando escapar das perseguições do gato Zé. Mas, eram bons tempos... Tempos em que, aparentemente, o armazém parecia ter algum gato que tomasse conta.

           Alguns diziam que todo aquele empenho em perseguir os dois ratinhos - o aleijão e seu filho -, não era mero acaso e sim que o Zé ganhava uma raçãozinha por fora para poder vigiar o armazém assim com tanto empenho. Outros diziam que era só troca de gentilezas, onde o Zé perseguia os ratinhos desafetos a mando dos porcões - que se diziam os donos do armazém -, e estes deixavam o Zé movimentar seus negocinhos aqui e ali, além de dormir muito em cima da sacaria, privilégio de gatos de armazém que já caçaram todos os ratos e não tem nada melhor para fazer.

          Depois que os porcões assumiram o controle total do armazém, o gato Zé não tinha mais o que fazer, pois os porcões eram os donos do armazém e por isso não precisavam mais da fiscalização dinâmica do gato Zé - já que eram porcões ricos, bem nascidos em chiqueiros de ouro, certamente não precisariam invadir e saquear o armazém -, onde então o gato Zé pôde ficar só na preguicinha por treze anos, tendo suas unhas crescido e se voltado contra às próprias patas. Mas, o ditado mais uma vez se fez real, e armazém onde o gato tem unhas crescidas e voltadas contra si, logo logo alguns ratos influentes tomam conta e o gato nem vê, ou finge que não vê, ou ainda se associa aos ratões e porcões.

          Enquanto o gato Zé dormia, debaixo das suas barbas os ratões transferiam todo o queijo do armazém para a toca deles (nos paraísos fiscais do queijo). Alertados de que os ratões estavam esvaziando o armazém, o GATECO (órgão que tem a função especial de cuidar dos armazéns onde tem gato dorminhoco) investigou e desbaratou a maior quadrilha de ratões saqueadores de armazéns do país. Enquanto o GATECO enquadrava os ratões e os porcões da chefia de tudo, logicamente com eles negando que se conheciam, o gato Zé também tratava de dar uma desculpa das mais esfarrapadas para os treze anos em que passou dormindo sobre o saco e nada fez pra impedir que porcões e ratões engajados depenassem o armazém – Aqui no meu armazém não tem quadrilha organizada não... Só um ratinho ou outro e eu já estava no encalço deles – dizia o gato Zé, ainda se espreguiçando do sono eterno. 

          Todo mundo ficou inconformado, afinal, paga-se um gato caríssimo que deveria tomar conta do armazém e este mesmo armazém é saqueado debaixo das barbas do gato, e ele nem sabe de nada??? Assim não dá – esbravejava o povo revoltado, pois é do bolso deles que sai o generoso salário do gato Zé.

          Passado o susto da gatunisse em que o GATECO acabou confirmando que o armazém estava vazio, os porcões e ratões tudo gordões, e o gato Zé dormindo, este agora resolveu fingir que novamente estava a postos e tomando conta do armazém arrombado.

           Como não consegue pegar os ratões que limparam o armazém e precisa fingir que tem altivez, resolveu correr atrás de qualquer um que lhe aponte o dedo e lembre ao povo de que o armazém foi saqueado enquanto ele dormia sobre o saco, tendo quase os saqueadores levado ele junto.

           Novamente o gato Zé virou um gato feroz e altivo, mas só correndo atrás de formiguinhas que lhe apontam o dedo, pois para porcões e ratões ele se ajoelha e mia fininho... Miau miau miau!!!

 

 

Ps: Certamente na escola do gato Zé não lhe ensinaram que quem bate em bêbado e em mulher é covarde... E quem vive correndo atrás de formiguinhas - deixando porcões e ratões à vontade aprontando todas -, é um grande promotor de injustiças!!!  

 

           



Escrito por LAMPARINA às 09h15
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LAMPARINA 2016

          

           Depois de quase 20 anos de militância cidadã voluntária escrevendo de tudo para jornais da cidade e região, tive possibilidade através dos milagres das novas mídias e da internet, de poder desfrutar da confiança de um pequeno grupo de fiéis 7 ou 8 leitores que perdem seu tempo com minha leitura desde o início desse árduo trabalho. Sempre deixei claro que não tenho vocação política e por isso não tenho pretensão alguma de representar qualquer linha de pensamento no tema, mas, caso isso mudasse, lhes avisaria com bastante antecedência dos acontecimentos.

          Quem me conhece de mais perto sabe que a pretensão até existe, mas não para o momento atual. Seria lá para pouco antes de usar o fraldão geriátrico e  antes também ficar senil feito alguns lenhadores velhos que têm por aí ainda pregando na união das forças políticas e na manutenção do consórcio governista como aí está, um clubinho de notáveis e privilegiados, onde a meia-dúzia que está dentro pode tudo e os demais de fora, nada podem.

          Numa cidade com uma minórica classe política tão dominadora e extremamente conservadora, conforme a militância foi apertando o cerco, logicamente que fui ficando mais vulnerável diante das retaliações do poder, e têm sido muitas e de todas as formas possíveis. Procuro sobreviver a isso e sempre tentando não permitir que essas perseguições cheguem aos meus familiares. Para isso sempre me vali da enigmática sombra do pseudônimo e, da fuga das câmeras e holofotes, caso me apontem.  O Lamparina acabou sendo a minha bipolaridade admitida. Ou não, pois se eu estiver na fila do supermercado e alguém se aproximar e perguntar – É você o Lamparina??? Se eu sentir que o interlocutor não tem certeza, nego de pés juntos. Já, em alguns casos é motivo de muito orgulho ser o Lamparina, como num dia desses em que eu estava no consultório de uma psicóloga para fazer exame psicotécnico para revalidar minha CNH e um jovem ao meu lado me disse – Você é o Lamparina do Blog, né??? Pois saiba que eu sou um dos seus 7 ou 8 leitores e te admiro pela coragem e determinação de dizer as verdades que por aqui são proibidas. E, nesses casos é inevitável a confirmação e a sensação de dever cumprido. Foi só para viver esse dia que eu perdi meu tempo durante os últimos 20 anos e se ali tivesse caído duro e virado cliente do Enroladinho da Rosa, teria partido absolutamente com a certeza de que fiz a minha parte nesse mundo.

          Poucas coisas no mundo são absolutas e tenho lutado muito para que todos tenham o direito de expor os muitos lados de uma mesma questão e os seus pontos de vista sobre ela. Isso não quer dizer que tenha razão ou que deixo de ter, mas que tenho o direito de expor outro lado que não o que tem sido apresentado como caminho único para o meu povo.

          O fato é que consegui algumas vitórias no campo da disseminação de ideias e consciência cidadã (muitas menos do que as esperadas e menos ainda do conceito multiplicador pretendido), mas não consigo mais proteger minha família de ser alvo dos seres destrutivos que tentam procurar um ponto-fraco para me atingir. Sou muito preparado para estar aqui onde estou, pois me preparei para expor pensamentos ao público e lidar com o contraditório, sempre tentando condicionar minha família para os obstáculos que nos seriam e serão impostos ao longo da jornada. No entanto, tenho ficado sozinho com o ônus de estar no caminho de gente tão poderosa e de interesses tão grandes e confessos. E, se é para eu continuar sendo o alvo desses interessados e me manter dentro de um espírito de luta digno e coerente com a rígida formação moral que tive, decidi que é chegado o momento de sair da sombra, de sair da zona de conforto que já não mais me conforta e nem protege a minha família da sanha e do lamaçal de pessoas que não sabem distinguir a vida pública da privada. Estamos todos expostos e decidimos que vamos continuar caminhando!!!

          Com a recente antecipação especulativa dos possíveis pré-candidatos para o pleito municipal de 2016 (com o interesse realmente voltado para um único), com tempo hábil para informar e pedir o apoio e a compreensão dos meus 7 ou 8 leitores para que possamos realmente exercer ao máximo o poder multiplicador e atrairmos novas ideias e conceitos no intuito de construirmos uma nova alternativa política para tudo que aí nos foi imposto e já comprovadamente não apresentou resultados positivos para a maioria de nós, decidi também me colocar como possível pré-candidato para a corrida eleitoral de 2016 na disputa pela  condução da prefeitura municipal de Votuporanga e dos desígnios dos meus concidadãos.

          Algumas perguntas certamente aparecerão de pronto...

          Não, meu nome não está sendo imposto por nenhum grupo de empresários importantes. Sequer estou sendo pressionado pelos irmãos superpoderosos da cidade para ser o candidato deles (ou, o pato fácil deles colocarem no espeto). Não sou enganador e nem hipócrita para dizer que o povo está me pedindo para ser o seu representante, pois não represento especificamente ninguém e nem ninguém está implorando para que eu seja o candidato dele. Somente sei que posso fazer mais aos meus iguais do que os que aí estão e por isso resolvi colocar o meu nome na disputa e daí em diante teremos uma longa jornada pela frente para que realmente possamos nos conhecer mais de perto e, para que eu possa mostrar no que me diferenciarei dos demais.

          Algumas perguntas práticas também surgirão, tipo: por qual partido e se tenho dinheiro para fazer campanha eleitoral.

          Não, não sou filiado a nenhum partido político e como já dito anteriormente, aceito pertencer aos quadros de qualquer partido político no Brasil, menos PSDB e DEM, cujo minha bagagem ideológica não se acomodaria dentro do norte dessas duas legendas. Lógico que eu gostaria de ter minha filiação aceita e concorrer por um grande partido, tipo PT ou PMDB, que desfrutam de bom tempo de televisão e outras facilidades, mas, como já dito publicamente, o PT parece já ter um pré-candidato e o PMDB certamente deverá renovar a cumplicidade da vice-prefeitura com o PSDB, desta vez com o padrinho deixando a vaga para o apadrinhado, como já tinha sido tudo acertado quando eles planejaram o golpe em 2010.

          Minha estratégia então é alinhar e pactuar as garantias de uma legenda agora, exatamente quando os caciques políticos precisam buscar os votos na eleição deste ano, para que eu possa barganhar essa garantia de legenda que possibilitará minha candidatura (sem as tradicionais rasteiras, tudo selado limpidamente e, com todas as intenções explícitas e do conhecimento público, pois esta será minha garantia de que a outra parte cumprirá o acordado, sob pena de total desmoralização pública). Portanto senhores caciques e candidatos influentes ao Legislativo em 2014, posso ser vosso “paqueiro” de votos local, desde que me garantam publicamente legenda para que eu possa disputar a eleição municipal em 2016. Se este é o jogo, que seja então jogado de forma limpa e cristalina, onde uma mão lava a outra. E todo esse processo das tratativas que viabilizarão minha candidatura em 2016 será as claras e do conhecimento público, não compactuando com joguinhos e nem segredinhos de gabinete.

          Quanto ao dinheiro necessário para uma campanha política, podem ficar tranquilos, pois quem não tem dinheiro começa mais cedo e a minha pré-candidatura começa hoje. Além do mais, não pretendo lançar mão das campanhas profissionais e milionárias que temos assistido por aqui (bancada por empreiteiros e vendilhões da máquina) e basear minha campanha no simples, na criatividade, na mensagem direta, no aproveitamento total das novas mídias e na pretensão máxima de conseguir soldados para que possamos exercer o poder multiplicador da mensagem. Eu sou soldado nato e não tenho pretensão alguma de ser general, por isso quero viabilizar uma total inovação na forma de se fazer política na minha cidade, buscando a inclusão e participação do cidadão na formação de um planejamento de governo que estabeleça prioridades e que inclua a participação popular nas decisões. Minha campanha não precisará custar caro, pois não precisarei pagar velhinhos para dizer que eu sou isso e aquilo, nem contratar um expert em marketing para decidir qual ângulo me favorecerá na câmera (missão impossível), nem nada do gênero. Só o olho no olho e o estabelecimento claro das propostas aos meus concidadãos.

          Mas, todas as questões práticas serão elucidadas no devido tempo e minha pré-candidatura começa neste exato momento, onde o próximo passo será a criação da TV Lamparina, que me garantirá tempo suficiente para que minha mensagem possa chegar ao encontro das pessoas e, que elas possam me conhecer e conhecer minhas propostas para formação de um governo que terá como meta empenhar o menos possível para se obter os melhores resultados, uma real política de libertação que use a máquina para libertar pessoas e não prendê-las na rede da dependência, na contrariedade do que acontece hoje, onde toda a ilusão criada pelas últimas administrações tem se valido em empenhar o máximo em recursos e tendo os piores resultados possíveis, mantendo as pessoas aprisionadas na dependência das migalhas conquistadas junto aos poderosos.

          Hoje não sou o candidato de ninguém, mas pretendo ser o candidato de todos, pois minha mensagem tem pretensão de chegar aos diversos seguimentos que compõem a sociedade e propor um pacto para que possamos juntos dotar a administração pública de eficiência, transparência e objetividade ao alcance de todos, e não da forma como acontece hoje, onde a capacidade da máquina pública está a serviço de um pequeno grupo e estes estão sugando todo o seu caldo.

          A militância cidadã continuará, o canal aberto pelo Blog do Lamparina seguirá à disposição das pessoas e no momento seguinte que se findar a disputa eleitoral, caso nossa mensagem não consiga chegar e não se transforme em vitória no pleito, humildemente retomaremos o trabalho de lutarmos para que as pessoas possam ter um universo mais amplo de caminhos e possibilidades, fugindo da unilateralidade que prende as pessoas ao único caminho que as amarram  aos que as querem prisioneiras.

          Aguardem... LAMPARINA 2016 já!!!

 

 



Escrito por LAMPARINA às 11h25
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