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BLOG DO ROBERTO LAMPARINA
 


EM DEBATE

 

          O vereador Douglas Lisboa enviou esclarecimento ao Blog do Lamparina com relação a uma postagem do colega Meidão em rede social com o título TOMANDO TÚMULO, esta da imagem acima.

          O nobre edil, com total direito de resposta na pauta que lhe foi atribuída, esclarece que em momento algum sua intenção seja tomar túmulo de ninguém, mesmo porque isso seria um total absurdo. Também esclarece que aproximadamente 50 túmulos no cemitério, desde 1950, estão sem movimentação de sepultamento e não se tem notícia das famílias que são detentoras dos direitos de sepultamento.

          O nobre edil Douglas Lisboa esclarece que tem muitas famílias que teriam o direito no cemitério e sequer sabem disso.

          Portanto, sua ideia seria organizar esse chamamento desses 50 túmulos que não se verifica a localização dos familiares para que, localizados e alertados, fiquem cientes dos direitos sobre eles.

 

          O nobre edil Douglas Lisboa termina lamentando a forma com que o nobre colega Meidão colocou o assunto em debate, recheado de inverdades e visivelmente tentando colocar o munícipe contrário às suas intenções.



Escrito por LAMPARINA às 15h40
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DESCA(N)SO ETERNO

 

 

          A polêmica da porteira colocada na entrada da Santa Casa continua causando.

         Águia política que é, o nobre edil Meidão se lançou na busca por explicações e se manifestou nas redes sociais com estas considerações aí publicadas na imagem.

          Gostaria de tecer algumas considerações e fazer surgir algumas lembranças, entre elas o fato de que o status de “Hospital Estruturante” foi apenas manobra política do governador Geraldo Alkmin para poder direcionar mais recursos para esses ditos 12 hospitais elevados a este status e que estavam em situação financeira calamitosa.

           Faço lembrar também que a situação da Santa Casa de Votuporanga não era diferente das demais, mergulhadas em dívidas, mas aqui o criminoso foi à forma com que administradores esconderam isso da população tomando crédito a preço de juros de mercado para cobrir o rombo, aumentando ainda mais a situação crítica do hospital (aqui mesmo já publiquei boa parte dos financiamentos e das instituições bancárias onde eles foram levantados) para que a falsa sensação de bem estar pudesse alavancar o palanque político no hospital, palanque este que assentou na cadeira do Paço o prefeito Marão Filho no primeiro mandato. No segundo mandato, depois de uma manobra política que nos sacou o direito de termos uma candidatura com reais condições de disputa, nos foi levantado o tapete carregado de sujeira e nos informaram que nossa Santa Casa devia 25 milhões na praça, mais da metade de todos os seus ativos.

          Mas, isso já faz parte do nosso folclórico passado, o mesmo de tantas e tantas sujeiras ardilosamente montadas para enganar o povo.

          Já que o nobre edil Meidão pulou na frente e está pedindo explicações da porteira e essas aí dadas não me convenceram, gostaria de sugerir a ele (aos outros 14 também) que se informem se os demais 11 ditos Hospitais Estruturantes já estão com suas porteiras em funcionamento feito o nosso local. Tentei ajudar na missão e busquei via net a tal lista oficial dos 12, mas não tive sucesso na busca. Porém descobri que o status inclui o Hospital Santo Amaro de Guarujá e mais 3 hospitais na baixada santista, a Santa Casa de São Carlos, de Araraquara e de Araçatuba.

          Já temos aí um bom número de hospitais estruturantes para saber de fato se a tal porteira é um ato regulamentar administrativo ou se é só mesmo conversa pra boi dormir (ou pros bois do SUS pastarem do lado de fora da porteira), feito a própria instituição do status, que definia como Estruturantes os de referências em atendimentos complexos, coisa que até hoje a nossa Santa Casa não restitui o serviço de Neurologia e Neurocirurgia.

          Bom, o ex-provedor saiu dizendo que estava tudo acertado a volta do serviço, mas até agora nada...

          Enquanto o povo amarga do lado de fora da porteira o sol escaldante e as chuvas que estão chegando, pelo menos os mortos têm o privilégio de passearem no geladinho de um veículo refrigerado, já que estão sendo levados para Rio Preto para que a necropsia possa ser feita, uma vez que aqui não tem profissional para o serviço.

 

          E depois querem que o povo tenha paciência... Se nem morto o sujeito consegue descansar?!?!?!



Escrito por LAMPARINA às 01h43
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA



Escrito por LAMPARINA às 20h21
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA



Escrito por LAMPARINA às 20h07
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SINAL DE FUMAÇA

 

          Para quem como eu nasceu lá pela terceira parte do século XX e tomou conhecimento de todos os avanços do mundo neste século XXI, lembrar-se de como eram as coisas e de como se modificaram tanto em tão pouco tempo, pode chocar e provocar certo desentendimento dos avanços do mundo e da regressão da sociedade como o seu pilar impulsionador.

          Só estou me dedicando a esta reflexão obrigatória porque esta semana passada eu estava em Querência-MT para carregar uma carga de milho destinado à exportação e lá na lavoura para o carregamento, me confrontei com este choque do tempo.

                Naquele dia foram carregados 25 caminhões do tipo bi-trem com capacidade de carga de 37 toneladas, ou seja, cerca de 1.000 toneladas colhidas ao dia. O trabalho foi executado por 3 colhedeiras do tipo John Deere, dessas em que o operador fica lá sentadinho na cabine com todo o conforto do mundo moderno e ar condicionado congelante e, somente coloca a máquina no risco de colheita para que o piloto automático opere tudo de acordo com os sensores da operação, diminuindo perdas e otimizando os resultados finais no cumprimento dos dados da operação via satélite.

          Como um dos gerentes supervisionava o serviço em contato com os operadores via aplicativo por celular e eu já fui do ramo e sou bastante curioso, tratei logo de enchê-lo de perguntas. Ele me disse que a colheita estava atrasada, mas ao seu final, pois dos 9 mil hectares de plantio de milho-safrinha, pouco menos de 2 mil restava por colher ainda.

           Uma fazenda-empresa no MT ou em regiões com alta produção de grãos da Bahia ou Maranhão, 9 mil hectares de plantio é considerada de pequena para média produtora. Conheço dúzias de fazendas maiores, como a fazenda Parnaíba do Grupo SLC, que numa única gleba na região de Balsas-MA, plantava 45 mil hectares de soja e algodão.

          Isso tudo dito aqui seria impensável lá pelo final dos anos 80 até o começo dos noventa, quando minha família - que também foi do setor da produção agrícola -, plantava lavoura em nossa propriedade na cidade de Marinópolis, região de Palmeira d’ Oeste e fomos os maiores produtores de lá por um período.

           Naquela época, preparar terra com arado de bacias era o que tínhamos. Era trabalho de sol a sol para se chegar ao final do dia e ter 1,5, no máximo 2 alqueires de área arada.  Plantarmos com plantadeiras de 2 linhas (eu consegui adaptar uma terceira caçamba num cabeçalho Fiarp e era o top das facilidades possíveis). Quando conseguimos comprar uma grade-niveladora foi à glória e com ela era possível gradear de 3 a 4 alqueires por dia.

          Eu era dos poucos na região toda que conseguia regular um arado tubolar e por isso acabei estabelecendo alguns acordos com o gerente da concessionária Arakaki de Jales, que para não ter que deslocar um funcionário de Jales para a região de Palmeira d’ Oeste toda vez que ele precisava dar assistência no campo e regular o equipamento, ele me ligava para ir e fazer o serviço em troca de manutenção mecânica e peças das nossas máquinas.

           Apesar de a nossa propriedade estar localizada apenas 3 km de Marinópolis, não, não tínhamos telefone rural nessa época (nem nós e nem ninguém), nem celular e nem meio de comunicação alguma na produção. Dizer ligar, é forma de expressão, pois como nos primórdios, ele me passava era um sinal de fumaça, tipo: ligava na prefeitura de Marinópolis e deixava o recado para o motorista do ônibus escolar que passava diariamente em nossa porteira. Outro recurso usado na comunicação era o de acionar o motorista do caminhão de leite que buscava todo dia o leite em nossa propriedade e este, como pegava o leite na entrada, anotava o recado em um bilhete e deixava dentro do latão vazio.

            Se o recado fosse realmente muito urgente, tipo alguém doente na família aqui em Votuporanga, era só pedir pra alguém lá da prefeitura ir dar o recado e ele seria prontamente entregue pelo funcionário municipal encarregado. A ordem do meu pai era sempre agradar todos os prefeitos e atender os frequentes pedidos das doações. Era uma novilha pra festa dos funcionários municipais aqui, um carneiro para a festa de final de ano ali e tudo funcionava bem na base do uma mão lava a outra e do é dando que se recebe.

           Por tudo isso narrado e pelo cenário de dificuldades na produção que já presenciei, fica muito difícil imaginar os dois tempos tão próximos com avanços tão profundos. Mais difícil ainda é acreditar nessa história de crise num setor tão dinâmico e moderno da nossa economia.

           Crise foi a que passamos no final do governo Sarney com juros e taxas no cheque especial que chegavam a quase 100% ao mês. A camada produtiva desse país nunca teve tempo de pensar em crise, pois estávamos nessa época com 70 ou 80 trabalhadores rurais diariamente na colheita manual do algodão e não dava tempo de falar mal do bigodudo poeta maranhense e nem mandá-lo tomar no cú como fazem alguns intolerantes de hoje, pois chegava o final de semana e a turma de trabalhadores tinha que receber, senão não voltava para o trabalho na semana seguinte e o algodão apodrecia no pé.

            O Orlandão , gerente do postinho do Banespa em Marinópolis a época, que era o nosso gestor de crise e quem fazia vista grossa ao nosso saldo devedor estourado 3 a 4 vezes o limite para cumprir os compromissos da produção, mandando sempre aquele  bilhetinho indesejável pelo leiteiro para avisar: “Roberto, passa aqui urgente pra cobrir o saldo porque não consigo mais segurar”.

          A crise nunca se inicia pelo setor produtivo, pois este sabe que nada ganha com ela.

          Quem inventa crise é só quem lucra muito com ela!!!

 

 

Ps; Para quem achava que o tempo estava ruim com o Sarney, este ficaria muito pior com a posse de Collor, o confisco do dinheiro do povo e das poupanças. Aquele reinício da economia fodeu (é exatamente esse o termo correto) com todo mundo que produzia nesse país, pois com o sumiço do dinheiro, a produção não tinha sequer comprador e o preço quem fazia era quem tinha algum dinheiro disponível pra comprar, mas os insumos que eram pagos com preço de safra continuavam na nossa conta de dívidas do exercício!!!

         

    

            

 

 

 

 



Escrito por LAMPARINA às 14h33
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TOMARA QUE CAIA

 

          Terminou tudo como começou. Se os capítulos iniciais de mais esse fracasso da Globo das nove não agradaram ninguém, os finais foram se arrastando de forma agonizante e terminal até o derradeiro dia.

          Realmente acho que as tramas das novelas globais – que um dia já foram campeãs de audiência -, foram ficando tão maçantes que não existem mais universos há serem retratados. A arte não mais está conseguindo roteirizar a vida, já que os fracassos novelísticos estão se multiplicando e perdendo assim o poder de atração comercial de carro-chefe da principal tevê pública nacional.

           O tédio intelectual de autores para compor tramas já atirou pra todo lado, desde Negócio da China até a Babilônia, mas o público não mais se hipnotiza com o mundo fictício das novelas, muito longe da nossa realidade factual. Nas novelas (também no Esquenta da Casé), favela é comunidade linda e participativa, não o reduto fétido de exclusão e segregação em que se amontoam seres impedidos de terem sua dignidade garantida pelo mais básico a que um ser humano deveria ter direito em um mundo cheio de riquezas, onde só uma microscópica fração social tem direito de tirar proveito total delas.

           Na favela fictícia todo mundo é bom, generoso e batalhador. Na favela de mentirinha a favelada negra casa com o advogado alemãozinho da orla.     

           Na favela factual, os bons, os generosos e os batalhadores sofrem pelas duas vias, a ganância da minoria detentora de tudo que por lá os depositaram para que fiquem bem distantes deles e, pela ação dos iguais que não assimilaram o legado de gado preso no piquete possível e barbarizaram geral para os descaminhos da criminalidade de todo tipo.

           Favela deveria ser motivo de vergonha para todos nós, mas as novelas da Globo tentam fazer com que a casta social nos seja imposta no inconsciente e que assim possamos nos conformar com o fato de que alguns poucos nasceram para lotar o pinico e o resto para designar finalidade nesta lotação. E, se o pinico está cheio, que cada incumbido da sua designação dê destino ao produto.

          Como tem faltado aos autores uma trama que tenha recursos factíveis e prenda o expectador, sugeriria que vislumbrassem uma em que uma tevê pública, idealizada por um governo totalitário para impor conceitos e manobrar a massa, em alguns poucos anos ficasse tão poderosa que despertasse a cobiça, a ganância e se desenvolvesse todas as batalhas que enriquecem o enredo de uma boa novela. Tipo: o que esta tevê pública faz para corromper e comprar sozinha os direitos de transmissão dos jogos do esporte bretão; de como fazem para sonegar impostos e mandar remessas ilegais de dinheiro para paraísos fiscais; de como extorquir o poder constituído e obrigá-lo a comprar dela o que ele não precisa para que possa se manter fora do seu alvo; de como enganar o povo com um jornalismo de esgoto que mira diariamente somente os ideais e interesses da emissora; de como se fingir de imparcial e pautar tudo por esta seletividade dos assuntos de seus interesses. O que não faltaria seria matéria-prima para essa trama, diferente dessa que acabamos de assistir em Babilônia, que por falta de sincronia lógica da trama, o final pareceu piada de português.

          Lapso meu... Infelizmente esta tem sido a mais longa novela que temos assistido, já encenada por longos cinquenta anos e que só nós poderemos decretar o seu capítulo final com nosso total desprezo pelo produto ruim que estão nos vendendo a preço milionário, pois poucos de nós têm a consciência de que tudo que passa na programação da tevê pública é pago por nós quando consumimos os produtos que anunciam e estes produtos tem preços acrescidos da despesa publicitária!!!

 

 

Ps: Se as novelas da Globo vão de mau a pior, o humor então está no alto de um edifício amarrado a uma bigorna. Na estreia de Tomara que Caia eu fiz uma previsão otimista aos meus familiares de que o formato duraria umas 5 edições, na melhor das hipóteses. Exibir um programa tão ruim feito esse em rede nacional é um ultraje ao público, uma humilhação ao quadro de grandes profissionais e atores talentosos da emissora. Pior do que as novelas e este formato de humor sem a menor graça, somente o jornalismo da casa, que depois da perda irreparável do talento e da credibilidade do Bial para a boçalidade bebebesca, tendo que vender comercial da Fiat para manter a fonte da boçalidade corrente, agora a Globo também teve que queimar o histórico jornalístico da ex-âncora Fátima Bernardes para colocá-la como vendedora de linguiça da Seara e criar um programa de variedades e futilidades para tentar conter a queda de audiência diante da campeã do horário na emissora rival.

Diante de tanta coisa ruim, me dá até certa nostalgia do Costinha, aquele velho narigudo e meio sem graça que fazia rir apenas com um balbucio sem sentido no microfone externo da produção!!!

         

          

 

 



Escrito por LAMPARINA às 01h06
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA



Escrito por LAMPARINA às 02h33
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PHILANTROPIA

 

          Infelizmente eu não estava aqui por ocasião da semana comemorativa do aniversário de nossa cidade e não pude comparecer nenhum dia no top atual da nossa comemoração da data, o Fliv.

          O Fliv é um dos poucos acertos incontestáveis que o prefeito Marão Filho carregará em seu histórico político, pois é indiscutível que para empreender esse tipo de evento seja necessários muito esforço e um gasto até dispendioso, mas os resultados serão sempre inquestionáveis. Conseguir trazer experiências diversas e opiniões idem num contexto cultural é uma riqueza que o dinheiro aplicado retorna de forma imediata.

          Que bom que a utilização do artifício do circo para neutralizar os efeitos de um pão pouco e com má digestão, este ano, tenha dado espaço ao circo produtivo, o que educa, coloca pra pensar e abre a mente da plateia.

           Mas, certamente ano que vem, ano de eleição, o circo aparvalhado repleto de contratações do milionário mundo da música sertaneja estará de volta e a administração concentrará mais o foco nesta ação, já que é este o circo que garante a manutenção do voto do populacho mais displicente, o que não tem alcance intelectual de entender a verdadeira função deste picadeiro.

           Certamente também haverá a necessidade de nova roupagem neste circo, pois a velha lona furada da festa 100% filantrópica não protege mais do sol e do sereno das noites de Agosto. Funcionou bem quando do aporte dos recursos federais que por aqui chegavam pelas burras do Ministério do Turismo com fartura para bancar a festa, fazendo a alegria e os lucros (os econômicos e os dividendos políticos) dos organizadores da festa, mas desde que a teta secou, a festa tem se consumido no que verdadeiramente é, à armadilha de enganar a massa na presunção de filantropia, sendo que os últimos resultados deixaram marcas evidentes da philantropia aplicada.  

           Deixo aqui de público então meus parabéns ao prefeito Marão Filho pelo esforço de empreender o Fliv e de estar gradativamente dotando o nosso evento comemorativo municipal da qualidade necessária para empreender o calendário literário e cultural de forma definitiva em nossa cidade.  

           Como a crítica faz parte do processo de construção e de melhoria do produto acabado, não poderia deixar de dizer que, mesmo não tendo participado do evento este ano, meus olhos e ouvidos estiveram por lá e notaram a presença de uma empresa coordenando os trabalhos na assessoria de imprensa do evento. Gostaria de saber se esta empresa foi contratada, já que, caso isso tenha ocorrido, seria a maior de todas as deturpações do evento, sendo sua equiparação com a prima da philantropia que este ano pediu baixa, já que a administração municipal conta com um quadro de mais de 10 profissionais na área de comunicação e marketing, não justificando assim a contratação de uma empresa para este tipo de serviço.

          Certamente um desses mais de 10 profissionais que penduram o paletó numa cadeira municipal lerá este pequeno texto, e, por gentileza nos esclarecerá se realmente houve esta terceirização no evento e quanto ela nos custou.

           Caso esta resposta não se processe pela via natural, já consegui o nome da suposta empresa e manterei vigilância no site Transparência para ver o valor do empenho do pagamento e informar os nossos concidadãos de quanto nos custou uma assessoria de imprensa para trabalhar no Fliv.

 

           Quero crer que esta empresa tenha prestado o serviço de forma voluntária, apenas exercitando e mirando novos mercados, pois seria uma total desvirtuação do caráter do evento contratar alguém que se tem de sobra nos quadros, podendo este valor ter sido mais bem aplicado na musculatura cultural do evento!!!



Escrito por LAMPARINA às 15h17
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA



Escrito por LAMPARINA às 12h38
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TUCANO-SAPIENS

 

          Muita gente não entendeu a intenção implícita do ex-presidente e patrono-mor do tucanato FHC em afirmar publicamente que a atual presidenta Dilma não é corrupta e é uma pessoa honrada.

          FHC é o elo que une a plutocracia tupiniquim ao que há de mais antigo no desequilíbrio de uma sociedade, a concentração das riquezas e a total falta de mobilidade dos menos favorecidos, tudo isso devidamente adaptado aos tempos atuais na forma de uma insuperável blindagem midiática, que com FHC no comando do governo plutocrata, dava até nojo de viver numa sociedade absolutamente tediosa e perfeita, já que tudo que era mazela era tão somente apresentado como percalço que precisava ser removido e ele era o nosso Hércules. Nesse ritmo presenciamos atônitos as piores barbaridades e bandidagens cometidas por uma administração federal em todos os tempos, sempre com o selo de necessário e primordial.

           Então por que agora o impoluto FHC, o líder raivoso de uma tribo que perdeu nas urnas e não se conforma, que liderou uma campanha de ódio e preconceito contra a nossa unidade federativa e nossos irmãos nordestinos está defendendo um governo legitimamente eleito e que nada tem que desabone a pessoa da presidenta???

         Bom, quem ler a matéria toda sobre as declarações de FHC entenderá o conteúdo depois da vírgula, pois ele diz que Dilma é honrada, mas que é impossível Lula não ter visto tudo o que se passou e se iniciou em seu governo. Lógico que com essa vírgula ele já passa a mensagem que o governo dele foi de monges budistas para frades franciscanos e só deu merda mesmo em alguns grampos do Mendonça de Barros que flagraram sua conversa com o insuspeito primo mais esperto do Çerra, Ricardo Sérgio.

          É insalubre um ex-presidente falar de um em exercício do poder sem ter sequer uma única comprovação, principalmente ainda no calor de derrota eleitoral, cheira golpe e tem muita gente boa nesse país que não aceitará mais isso, que o diga Ciro Gomes, que já ameaçou FHC em público. FHC então se vale da sua agilidade de um tucano-sapiens para dizer a verdade sobre Dilma e atacar ferozmente o Lula, já que Dilma não poderá ser candidata em 2018 e Lula tem essa possibilidade.

          Por todo esse medo que o líder máximo do tucanato ostenta do Lula, começo a acreditar que os tucanos realmente sentem que o Lula levaria a eleição de 2018 comendo paçoquinha, como o otimista jornalista Mino Carta tem dito aos 4 ventos.

          Não gosto da ideia de ter Lula novamente na disputa pelo poder, pois ele já cumpriu com seu papel e tem seu nome garantido na história pelo que fez e pelo legado deixado.

          Mas, tudo indica que o cenário está sendo montado para isso e teremos a reprise de 2006, com Alckmin e Lula tirando a prova de tudo.

           Bom, Alckmin tem vida pública mais zelosa e mais merecedora de respeito do que Aécio e Çerra. Certamente será o combate dos combates e espero chegar lá pra ver!!!

 

           



Escrito por LAMPARINA às 20h15
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2016 JÁ NA ROTA

  

 

          A correção dos rumos da nossa administração municipal passa pelo caminho estreito da disputa política dentro do Poder Legislativo. Não haverá administração coesa, bem intencionada e administrativamente eficaz com um Legislativo unilateral e dominado pelas mãos do Executivo. O Executivo tem que buscar apoio no Legislativo pela boa intenção e pela necessidade das propostas e não apenas cobrando a fidelidade de uma base política que chegou ao posto financiada e provida pelos planos de domínio deste grupo.

          Nesta linha lógica do pensamento de como deveria ser o comportamento de dois poderes da tripartite democrática, não dá para aceitarmos um Poder Legislativo como temos visto aqui ao longo desses quase 15 anos das duas últimas gestões. Assim fica fácil demais.

           O povo que vota, milita pelos direitos da cidadania e forma opinião precisa ajudar na conscientização dos demais, pois não dá pra engolir tudo que temos engolido por aqui assim tão inerte.

           Vereador que só se apresenta ao trabalho para cumprir horário e tenta de todas as formas encurtar os seus minutos; vereador que teme o parlatório como o monstro a lhe devorar; vereador incapaz de dizer uma frase inteira de forma conexa e articulada; vereador incapaz de representar a população e que recebe das nossas arcas para legislar contra os nossos interesses; todos esses modelos precisam ser alijados do Poder que nos representa e aos nossos interesses. Não dá pra continuar votando no fulaninho da farmácia porque ele dá remédio de graça, pois é uma tremenda mentira e enganação em cima de você. Não dá pra votar no fulano que acumula mandato em cima de mandato e nunca conseguiu resolver o seu problema psicológico com a tribuna. Não dá pra votar no fulano que foi eleito pelo povo, porém todos os seus atos são no sentido de defender os interesses do Executivo. Enfim, não dá pra continuarmos a depositar confiança em quem já provou não ser digno dela.

            Em 2016, tudo indica que teremos uma mudança de rumos mais acentuada, pois hoje, com o advento da internet e da informação on line ao alcance de todos, os velhos métodos de adestração das massas precisarão se adaptar à nova realidade. É a nossa chance de mudarmos parte de tudo isso que nos atrasa e quebrarmos essa inércia com uma corrente de cidadania para acordarmos os nossos iguais e praticarmos a limpeza que tanto precisamos para que a gestão administrativa seja eficaz, transparente e honesta.

            Não dá pra dizer que um governo que tenha 14 edis da sua base de apoio contra apenas 1 (teoricamente) contrário seja isso na prática. Existe uma clara indefinição quanto ao mérito representativo, se realmente esses 14 representam os eleitores que os elegeram, ou somente estão ali para representarem os interesses da base política pela qual se elegeram.

           Você, digno membro do clube dos meus 7 ou 8 leitores mais perspicazes dirá – Uai Lamparina, mas se fizermos esta limpeza programática não sobrará ninguém!!!

           E, é exatamente isso que estamos precisando para os tempos atuais, uma faxina geral que realmente traga gente com ânimo para o trabalho legislativo. Não dá pra aceitar que um poder tão importante como o Legislativo fique relegado a gente apática, mal intencionada e cidadão de última categoria, daquele tipo que só quer ficar mamando de mandato em mandato nas arcas de uma viúva generosa que lhe paga rigorosamente em dia pra não fazer nada, ou fingir que faz alguma coisa.

          Como todo mundo sabe, sou pré-possível-candidato ao cargo Executivo em 2016 como já divulguei anteriormente. Não sou candidato a prefeito para me cacifar a vice como muitos estão aí se lançando, sou candidato a prefeito e com o compromisso público de ser só o candidato a prefeito, nem vice e nem vereador. Quero ter a oportunidade de representar uma pequena fatia esclarecida da população que precisa pautar o debate de uma nova forma de se fazer política incluindo pessoas e não interesses. Quero representar os ideais de romper com esta forma de fazer política milionária engajando poucos e ferrando com o resto.

          Por ser candidato ao Executivo e, quem joga uma única fração na loteria está sujeito ao prêmio, tenho esta preocupação na formação de um Legislativo altivo, digno e engajado, que me fiscalize e forneça uma obstrução coerente as minhas porralouquices, pois eu também tenho as minhas e conto com esta vigília para barrá-las.

          Foi esta fiscalização na dose obrigatória que faltou para esta atual administração e temos visto o quanto esta falta tem nos causado prejuízos!!!   

    

        



Escrito por LAMPARINA às 17h45
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OVO DE 4 GEMAS

       Depois de muito tempo sem poder estar presente às sessões legislativas, por lá estive hoje para mais uma eletrizante sessão da tarde (já terminada bem entrada na noite) regado ao bom café disponível aos frequentadores da Casa do Povo. Lamentável informar que o roteiro continua igual, haja vista que tudo acaba ficando um pouco previsível com uma Casa do Povo onde este não se faz representado e nem frequenta assiduamente para se fazer notado e às suas necessidades represente o ideal majoritário. Não tendo a contraposição de forças e de ideias que se conflitem, o parlamento - local onde o ideal democrático dos gregos representava a liberdade de exposição das ideias -, vira apenas um picadeiro com artistas e suas apresentações, não um parlatório com a missão de representantes representarem a vontade dos seus representados.

          Nesta linha, o espetáculo teve vários altos e baixos e com certeza a centelha dessa inconstância se dá pela proximidade do calendário eleitoral, tendo cada um que abrir sua caixa de ferramentas e mostrar a utilidade de cada uma delas.

          Antes de me iniciar na pauta em si, gostaria de mais uma vez externar minhas felicitações ao nobre edil Osmair Ferrari pela inciativa de oficiar o presidente da Casa pedindo sua dispensa do uso do novo aparelho de telefonia celular e da poltrona nova ao qual teria direito como membro do Poder. Alegou no ofício que tais acessórios (os velhos) que estão em uso atendem as necessidades e estão em bom estado de conservação, não havendo a necessidade de novos. (queria dizer que não sou contrário à medida de se comprar novos e modernos, mas que talvez o momento apenas não seja oportuno, já que esforços estão sendo convocados para o enfrentamento de uma possível crise que se espalha por aí, até o momento apenas nas convocações especulativas, pois a prática tem nos mostrado exatamente o contrário)

          No âmbito da administração das ditas ferramentas, um entrevero anunciado se prolongou nos discursos dirigidos do nobre edil Osvaldo Carvalho endereçado ao também nobre Matheus Rodeiro e depois veio à réplica do Matheus, que ao seu estilo, todo desconexo e atrapalhado, tentou não passar recibo de atingido. Mas o acertou em cheio, e todos nós sabemos que o roteiro da contenda contempla a rasteira eleitoral sofrida pelo Osvaldo em 2012, dá qual o Matheus se permitiu tornar parte atuante da manobra ao lado do seu então mentor, o deputado Itamar Borges. (como meu velho pai atestava, camelo cheira camelo e não um campo de lírios. Sendo assim, melhor o nobre edil Osvaldo se atentar, pois o agora parceiro Itamar é o velho camelo de 2012, com aquele sorriso adjacente de quem quer parecer um campo de lírios, mas continua e continuará sendo sempre um camelo. Outro lance da disputa foi que o Matheus aproveitou o belíssimo slogan que tem sido pregado pelo Osvaldo – “Votuporanga precisa voltar para as mãos do povo” -, para alfinetá-lo com uma nova versão, a de que a Cooperativa precisa voltar para as mãos dos cooperados. (segundo conversas que ouvi pelos bastidores, parece que a tréplica do Osvaldo virá na próxima sessão, também seguindo o mesmo roteiro, mas noutra lógica, a de que o carnaval de Votuporanga também precisa voltar a ser uma festa popular e não esta reserva de mercado em proveito de um grupo que aí está vigendo. Esta briga promete muito lances e pra nossa sorte, está só começando)

           Mas o ponto mais polêmico da noite viria de uma manobra dos articuladores da vontade do Executivo (colhendo assinaturas para que o projeto fosse votado com urgência) para que fosse votado na noite um projeto de lei que tornaria algumas áreas institucionais do município em áreas dominiais (área institucional = área pública destinada à finalidade específica, como escola, creche etc, não podendo ser vendida. Área dominial = área pública não afetada a uso específico, podendo ter autorização para que o patrimônio público seja desfeito de acordo com o interesse público). A defesa do projeto ficou por conta inicialmente do nobre Silvão, que também ao seu estilo, todo atrapalhado e falastrão, acabou por complicar ainda mais um projeto que já seria muito difícil de ser explicado ao entendimento do populacho, pois o mesmo, nesta inicial, é tão somente a transformação desse status para que intenções futuras possam ser possibilitadas. O nobre fogo-amigo do líder de governo Silvão acabou acertando em cheio o Executivo ao afirmar que estas áreas seriam vendidas para a administração fazer caixa para tocar as obras paradas pela falta de recursos que deixaram de chegar pelo governo do PT, falácia esta do Silvão que precisaria depois de apelar para a ajuda dos universitários, neste caso, do seu colega nobre Douglas Lisboa, que tentou consertar a bufolice do Silvão dizendo que não necessariamente estas áreas serão vendidas, mas que caso tivesse que ser, seria por via de outro projeto em que a Casa autorizasse esta possível venda.

          O nobre vereador Jura pegou a deixa da escorregadela bufônica do colega falastrão Silvão e, depois da confecção de um grande cartaz de protesto feito ali às pressas em seu gabinete que trazia os termos: Não à venda Minha Casa Minha Vida (querendo dizer que as tais áreas seriam mais bem aproveitadas na construção de casas ou condomínios populares do projeto habitacional empreendidos pelo seu partido, o PT) e foi nesta lógica que o Jura fez grande defesa da contrariedade deste projeto e com seus argumentos válidos, conseguiu mais 3 votos contrários dos colegas Osvaldo Carvalho, Osmair Ferrari e Pedro Beneduzzi. (não foi suficiente para deter a sanha do Executivo em passar patrimônio público nos cobres, mas já sinaliza que na hora de passar a escritura, os argumentos terão que ser mais convincentes do que atordoados discursos de trapalhões do picadeiro a serviço do Executivo)

           Depois disso foi só festival de acusações mútuas entre o atabalhoado Silvão e o Jura, cada qual puxando a sardinha para o seu lado. (eu fiquei ali me colocando na posição do Jura e cheguei à conclusão de que a sobriedade nunca conseguirá fazer frente à embriaguez, pois a sobriedade busca a lógica da razão e a embriaguez só busca a última dose que entorpece o ébrio na sua ânsia de se manter como  o proprietário da razão. O sóbrio busca um motivo para a razão e o ébrio quer ela a todo e qualquer custo.  Fiquei com dó do Jura por ter tido uma postura sóbria no evento)

          No mais, também parabenizar o nobre Douglas Lisboa por ter tentado jogar aquela água benta para amenizar os pecados blasfemados pelo seu colega Silvão ao entregar o ouro e dizer das intenções futuras do Executivo em vender as tais áreas para fazer caixa. Não surtiram efeito, pois todo mundo sabe que a intenção final seria esta, mas valeu a tentativa do diálogo e da busca por outro flanco.

          Só esperamos que essas tais áreas - quando forem vendidas -, não se proceda como o estádio municipal, que (legalmente) foi vendido em leilão público pelo melhor lance e depois de o patrimônio público passar para as milagrosas mãos privadas, em poucos anos de choco comercial, a galinha privada botou um ovo de 4 gemas em cima de um pé de laranja!!!

 

 

Ps1: A melhor definição que ouvi na noite sobre a manobra do prefeito de votar este projeto com urgência, veio de um velho militante político que sabiamente disse: Agora ele só está passando a vaselina. O coito vem depois!!!

Ps2: O único problema é que o Executivo é o sodomizador e nós seremos 90 mil sodomizados, digo, 89.990, pois 10 sodomizados se apegaram tanto ao sodomizador que dispensaram até a vaselina!!!

 

           

 



Escrito por LAMPARINA às 01h38
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA



Escrito por LAMPARINA às 14h54
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Escrito por LAMPARINA às 02h18
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HUMOR CAIPIRA DA TERRA



Escrito por LAMPARINA às 00h03
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